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Futurando!

Cinco formas de armazenamento de dados

Com a evolução tecnológica, as formas de armazenar dados virtuais se aprimoram. Sejam eles quais forem, todos têm na verdade o mesmo objetivo: Salvar informações. Mas eles se diferem na capacidade, vida útil e segurança. Alterações térmicas, locais de utilização e a frequência da reutilização dos dispositivos são fatores decisivos para a comercialização e para o desenvolvimento contínuo desses componentes.

1. Fita magnética – Em 1946, foram comercializadas as primeiras fitas magnéticas no mercado. A cabeça magnética, um dos principais itens de um drive de armazenamento, responsável pela gravação e leitura dos dados, trabalha em contato direto com a fita magnética em movimento. Este atrito provoca um desgaste, o que reduz a vida útil desta mídia de armazenamento. Mesmo assim, as fitas são capazes de resistir ao tempo, chegando a poder ser reutilizáveis até 30 anos após sua produção.

2. Disquete – Atualmente obsoletos, os primeiros discos flexíveis de 3.5 polegadas foram introduzidos em 1984 no mercado. Com capacidade de armazenamento de 720 KB (DD=Double Density) e até 5,76 MB (EDS=Extra Density Super), sua vida útil média é de cinco a seis anos. Se expostas a fatores como sol, calor e magnetismo, o período de duração é automaticamente mais curto. Em função do aparecimento de outras mídias com maior capacidade, o disco flexível foi colocado de lado e ocupa um lugar na história do desenvolvimento da tecnologia.

Daten CD

CDs e DVDs possuem uma vida útil média entre 5 e 10 anos

3. CD e DVD – Em comparação com outros meios de armazenamento, o CD, comercializado pela primeira vez em 1989 e o DVD, em 1997, também oferecem uma limitada capacidade de armazenamento. Por um lado, os CDs e DVDs são de fácil acesso e baixo custo. Mas se a questão em jogo for mais espaço para o backup de arquivos, a situação muda de figura. O CD armazena, em média, apenas 700MB de conteúdo. Similar ao CD, o DVD suporta cerca de 4GB de arquivos e não tem um custo mais alto que seu antecessor.

4. Pen Drive HD– Uma maneira muito utilizada de armazenamento de dados é o Pen Drive, ou Memória USB Flash Drive. Os primeiros exemplares foram desenvolvidos no ano 2000 pela Trek Technology e pela IBM. Esse dispositivo de memória pode variar de tamanho e de capacidades de armazenamento, podendo ultrapassar 1000GB, ou 1TB de conteúdo. Com o uso correto do Pen Drive, seu tempo de vida útil pode ser prolongado até 10 anos.

O Hard Disk, também conhecido como HD, é um componente eletrônico que pode ser encontrado dentro de computadores e também no formato externo. Um dos primeiros HDs a serem comercializados foi o IBM 305 Ramac, lançado em 1957. Diferente das mídias em disco, o HD externo não têm tempo de vida útil específico.

5. DNA – A revolução no armazenamento de dados poderá acontecer com o DNA. Atualmente um grupo de pesquisadores de Harvard está desenvolvendo um método de codificação que permitirá armazenar dados digitais numa espécie de "fita de DNA". De acordo com o bioengenheiro e geneticistaGeorge Church, da Universidade de Harvard, este dispositivo pode ser estável em diversas temperaturas. "Você pode deixá-lo em qualquer lugar, no deserto ou no seu quintal, e as informações ainda estarão lá 400 mil anos depois", disse o cientista. Teoricamente, apenas quatro gramas de DNA podem armazenar todos os dados digitais produzidos pela humanidade no período de um ano.