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Alemanha

Cidade alemã proíbe refugiados em piscina pública

Bornheim, no oeste do país, adota medida após denúncias de assédio sexual. Outra localidade da região cancela o desfile de Carnaval por temer que migrantes provoquem incidentes semelhantes aos do réveillon em Colônia.

Na pequena Bornheim, no oeste da Alemanha, homens refugiados com mais de 18 anos foram proibidos de frequentar a piscina pública da cidade. A medida temporária foi adotada após seis denúncias de assédio sexual, disse um porta-voz da cidade nesta sexta-feira (15/01).

Os homens em questão seriam moradores de três abrigos nos arredores da piscina, que já teriam sido informados sobre a proibição pelo serviço social de Bornheim, vizinha à antiga capital federal Bonn, no estado da Renânia do Norte-Vestfália.

De acordo com o assistente social Markus Schnapka, serão realizadas sessões informativas nos abrigos para esclarecer aos migrantes que assédio sexual não é tolerado no país, tanto na piscina como em outros locais.

As autoridades locais afirmaram que, assim que considerarem que os refugiados se conscientizaram sobre os direitos das mulheres, a proibição será revogada. A data para tal será discutida numa reunião na próxima segunda-feira, disse o prefeito da cidade, Wolfgang Henseler, ao jornal local General Anzeiger.

Carnaval cancelado

Na esteira dos recentes ataques a mulheres na noite de réveillon em Colônia, a cidade de Rheinberg – também na Renânia do Norte-Vestfália – decidiu, nesta quinta-feira, cancelar o desfile de Carnaval deste ano.

Seria necessário adotar medidas de segurança para as quais a cidade não tem mais tempo de se preparar, disse um porta-voz da prefeitura citado pela agência de notícias DPA. A proximidade de um abrigo onde vivem centenas de refugiados da rota do desfile influenciou, mas não foi o único motivo para a decisão, afirmou.

Um porta-voz de Rheinberg disse ao jornal Rheinischen Post que os refugiados poderiam vir a participar do desfile de Carnaval e que incidentes como os registrados no Ano Novo em Colônia poderiam ocorrer.

Na ocasião, uma série de assaltos e ataques sexuais a mulheres foi registrada nas imediações da estação central de Colônia. Segundo testemunhas, pela aparência, os agressores seriam oriundos de países árabes.

LPF/afp/epd/dpa

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