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Mundo

China confirma sexta morte por gripe aviária

Segundo as autoridades chinesas, um agricultor de 64 anos é a sexta vítima da nova cepa da gripe aviária, a H7N9. OMS descarta risco de pandemia pois não há transmissão entre seres humanos.

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Cientistas monitoram riscos para a saúde pública

Subiu para seis o número de pessoas mortas na China em decorrência da gripe aviária H7N9. O anúncio foi feito pela imprensa oficial do país nesta sexta-feira (05/04), após autoridades abaterem os pombos de um mercado num subúrbio de Xangai onde o vírus foi detectado.

A morte mais recente foi a de um agricultor de 64 anos, morador de Huzhou, na província oriental de Zhejiang, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua. A estirpe H7N9 da gripe aviária já afetou 14 pessoas ao longo da costa leste do país.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) minimizou temores sobre o H7N9, pois até agora não há evidências de que a transmissão ocorra entre seres humanos, diferentemente do vírus H5N1, o mais comum. Segundo a OMS, o risco de pandemia está descartado.

Mas especialistas temem que uma mutação torne possível o contágio entre humanos, o que poderia favorecer uma pandemia. Segundo eles, a nova cepa pode ter se espalhado por uma ampla área geográfica, não só em Xangai, mas também nas províncias vizinhas de Zhejiang, Jiangsu e Anhui.

Cientistas monitoram os riscos para a saúde pública e autoridades buscam elaborar um plano de ação que visa prevenir a propagação dos casos. No começo de março, a OMS informou que a gripe aviária causou a morte de 360 pessoas no mundo desde 2003.

MAM/lusa/afp

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