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Economia

Chances para empresas alemãs no Iraque

Representantes do pequeno e médio empresariado apostam no prestígio da Alemanha no Iraque para conseguir encomendas lucrativas na reconstrução do país.

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Reconstrução do Iraque: chances e riscos para empresas do exterior

Apesar de todos os riscos que o fator segurança representa, o Iraque é de fato uma zona de livre comércio que oferece possibilidades de bons negócios para empresas alemãs de pequeno e médio porte, avalia Michael Swoboda, diretor da Câmara de Indústria e Comércio de Bonn e Rhein-Sieg. A isenção de taxas e tributações, em vigor pelo menos até o fim deste ano, será provavelmente prolongada, o que aumenta a atratividade do país no Golfo Pérsico para empresas estrangeiras.

Para os americanos, é simplesmente impossível realizar todas as tarefas necessárias à reconstrução no pós-guerra, razão pela qual eles estão passando cada vez mais incumbências a firmas iraquianas. Estas, por sua vez, dependem de materiais e mercadorias do exterior. É justamente aí que Dorothea Khulusi, da Midan (Associação Teuto-Iraquiana de Pequenas e Médias Empresas), vê a grande chance da Alemanha, país que goza tradicionalmente de prestígio no Iraque.

Evento vai estabelecer contatos

A Midan, bem como as câmaras de indústria e comércio de Bonn, Colônia e Bielefeld, vão promover a 2 de setembro um encontro em que empresários alemães e iraquianos poderão estabelecer contatos. Os interessados da Alemanha serão esclarecidos sobre os riscos que a tensa situação do pós-guerra ainda representa. Que o Iraque será um mercado importante para empresas alemãs no futuro, é ponto pacífico para Michael Swoboda. Porém, se vale a pena submeter-se aos riscos, é "uma decisão que cada empresa terá que tomar por si".

Começo promissor

A Midan, fundada em Colônia no mês de julho, representa na Alemanha 400 empresas iraquianas selecionadas. Por meio de sua mediação, é possível que firmas alemãs desenvolvam projetos no Iraque nos mais diferentes setores — tais como transportes, logística, abastecimento de água — sem precisar enviar funcionários para lá. Já foram acertados 13 projetos bilaterais, afirma Dorothea Khulusi, sendo um no valor de 150 milhões de euros.

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