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Cultura

Capital da Estônia na febre do Grand Prix da Canção

Tallinn, a capital da Estônia, já está repleta de músicos, empresários e jornalistas e aguarda ansiosa milhares de fãs que vão torcer por seus favoritos no Grand Prix da Canção da Eurovision, no sábado (25).

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Corinna May canta pela Alemanha

Acostumada a continuar sendo relacionada na cabeça de muitos com a União Soviética, a Estônia, um dos países bálticos, alegra-se em tornar-se centro das atenções dos europeus por sediar este ano o Eurovision Song Contest, a tradicional competição de música pop européia.

A final vai ser no sábado (25), mas a cidade há dias está repleta de cantores, bandas, músicos, empresários e, principalmente, jornalistas que percorrem a cidade para descobri-la e enviam reportagens para os jornais e emissoras de casa. Nada mau para a Estônia, interessada em se tornar mais conhecida, já que o país tem ambições de entrar para a União Européia e a Otan.

O Grand Prix está presente em toda parte. As rádios e a televisão não param de falar nele, as ruas e os veículos de transporte coletivos estão enfeitados de bandeirolas com as cores dos países participantes e o logotipo da Eurovision, a associação de emissoras de radiodifusão da Europa.

Para a população, conta, muito mais do que tudo isso, uma alegria especial: o canto é sua especialidade. Os estônios são um povo de cantores, estão acostumados a festas populares em que milhares se reúnem para cantarem juntos.

Corinna May tem chances

A Alemanha está sendo representada este ano por Corinna May, uma cantora cega a que são atribuídas boas chances. O título de sua canção, I Can't Live Without Music, é praticamente uma profissão de fé para ela. Composição de Ralph Siegel, um veterano dessa competição européia, a canção tem profundidade emocional e é interpretada por Corinna com uma expressividade convincente, segundo atestam especialistas em música.

O que é a competição

O Grand Prix d'Eurovision de la Chanson, hoje mais conhecido por seu nome em inglês, Eurovision Song Contest, foi promovido pela primeira vez pelas emissoras de rádio européias em 1956, em Lugano, Suíça. Nesse meio tempo, tornou-se um grande evento televisivo, acompanhado por 200 milhões de telespectadores em toda a Europa. Geralmente realiza-se no país que venceu a competição anterior.

Além da Alemanha, França, Grã-Bretanha e Espanha, que têm participação garantida, bem como o vencedor do ano anterior, os demais participantes – no máximo 25 – são selecionados com base na média dos pontos obtidos nos concursos dos últimos cinco anos.

Após a apresentação de todos os concorrentes, cada país escolhe os dez melhores títulos e lhes atribui pontos, num sistema decrescente em que a nota máxima é 12, não podendo votar no concorrente do próprio país. Antigamente a pontuação era atribuída por um júri. Hoje, em quase todos os países participantes, os próprios telespectadores votam por meio de ligações telefônicas que são computadas automaticamente.

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