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Mundo

Cameron quer mais ações britânicas contra o "Estado Islâmico"

Em entrevista, premiê diz que país deve ter papel mais relevante nas ações contra grupo jihadista e que seu governo deve buscar permissão do Parlamento para realização de ataques aéreos também na Síria.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, pediu neste domingo (19/07) uma maior atuação do Reino Unido na coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos para destruir o "Estado Islâmico" (EI). Para ele, o governo britânico precisa desempenhar um papel mais relevante na luta contra o grupo jihadista na Síria.

Em entrevista à emissora americana NBC, o premiê aludiu à possibilidade de Londres aumentar as operações aéreas contra a milícia. Atualmente, os britânicos realizam ataques contra o EI no Iraque, mas limitam sua participação na Síria a missões de vigilância no ar e informações de inteligência.

"Quero que o Reino Unido faça mais. Vou ter sempre que levar o Parlamento comigo", afirmou Cameron ao ser perguntado se Londres quer participar nos ataques aéreos contra a milícia islamita em território sírio. Para isso, Cameron assegurou que vai buscar o respaldo do Parlamento britânico.

O legislativo rejeitou a intervenção na Síria em 2013 contra as forças do presidente sírio, Bashar al-Assad. O Exército britânico somente tem autorização parlamentar para operações aéreas contra o "Estado Islâmico" no Iraque.

Na sexta-feira, o governo reconheceu que pilotos britânicos incorporados em forças americanas e canadenses participaram de ataques aéreos na Síria, o que irritou alguns parlamentares, que acusaram Cameron de mentir para o Parlamento.

"Sabemos que temos que vencer o EI seja no Iraque ou na Síria", afirmou o primeiro-ministro, reiterando, ainda, seu desejo de colaborar com os EUA para "destruir o califado nos dois países".

Desde que 30 turistas britânicos morreram em um atentado na Tunísia em 26 de junho, o governo considera estender suas operações para a Síria.

FC/rtr/dpa/efe/ap/afp

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