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Mundo

Cúpula de Sevilha termina sem grandes resultados

Com a reafirmação dos planos de ampliação da União Européia e um encontro simbólico com os chefes de governo dos países candidatos à filiação, foi encerrada em Sevilha, neste sábado (22), a conferência de cúpula da UE.

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José Maria Aznar conta com a ampliação da UE já no ano que vem

Segundo Aznar, os documentos de filiação de "até dez países" poderão ser assinados provavelmente no primeiro trimestre do ano que vem. Somente a Romênia e a Bulgária é que deverão necessitar de um prazo maior de adaptação para o seu ingresso na UE.

Os participantes da reunião de cúpula de Sevilha trataram anteriormente da criação de bases comuns para uma política européia conjunta de concessão de asilo, deram início ao processo de reforma dos conselhos de ministros e estabeleceram uma posição comum da União Européia para a conferência internacional do meio ambiente, em Joanesburgo.

Na questão do asilo político, foi fixada como meta a uniformização dos processos na UE até o final do próximo ano, a fim de impedir requerimentos simultâneos de asilo político em mais de um país. Além disto, deverá ser buscada também uma harmonização das políticas de imigração. Os países de origem dos imigrantes ilegais na Europa foram instados à cooperação para impedir um agravamento do problema. Não foi adotada explicitamente a aplicação de sanções contra os países que não se disponham à cooperação.

No seu documento final, os chefes de Estado e de governo da União Européia reafirmaram o seu apoio ao Pacto de Estabilidade, como base principal para o crescimento econômico. Como meta prioritária de longo prazo, os participantes da conferência de cúpula de Sevilha citaram a ocupação plena da mão-de-obra nos países da União Européia.

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