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Mundo

Bush agradece ajuda alemã

Apesar da hesitação inicial, os Estados Unidos aceitaram a oferta de ajuda alemã e entregaram uma lista de necessidades básicas, como apoio logístico, tratamento de água e auxílio médico.

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Presidente Bush diante dos escombros de Biloxi

O presidente norte-americano, George W. Bush, agradeceu a ajuda alemã às vítimas do furacão Katrina, que assolou a costa americana no final de agosto. Bush escreveu em carta ao chanceler federal, Gerhard Schröder, que "milhões de americanos estão agradecidos pela solidariedade dos alemães".

Imediatamente após a passagem do furacão Katrina, o ministro alemão das Relações Exteriores, Joschka Fischer, expressou, em telefonema com a secretária de Estado, Condoleezza Rice, a solidariedade do alemães com o povo americano e sua oferta de ajuda.

Os Estados Unidos, que no princípio hesitaram em aceitar a ajuda alemã, entregaram nesta semana uma lista de necessidades básicas, que vai ao encontro do apoio oferecido por Berlim.

No domingo passado, o embaixador estadunidense na Alemanha, William Timken, comunicou as necessidades americanas ao chefe de gabinete do premiê e coordenador da ajuda humanitária alemã às vítimas do furacão, Frank-Walter Steinmeier: especialistas em apoio logístico, bombas hidráulicas, geradores elétricos, ajuda médico-hospitalar e tecnologia de tratamento de água potável.

Chegada dos primeiros mantimentos

Bundeswehr - Aceh

Soldados alemães ajudam em região de catástrofe

Dois aviões do tipo Airbus da Força Aérea alemã chegaram no último fim de semana a Flórida, levando 25 toneladas de comida e material médico. Os alemães pretendem também enviar equipes de vacinação e um avião-hospital, o Medevac. Sete especialistas em regiões de catástrofe também foram enviados pelo governo alemão à região do Golfo do México, três dos quais relocados da América Latina.

Berlim também já se ofereceu a mandar mais 50 toneladas de alimentos através dos aviões de transporte americanos que, ao retornar do Iraque, aterrissam vazios na base americana de Ramstein, localizada no Estado da Renânia-Palatinado. Esta proposta porém ainda está sendo examinada pelo governo americano.

Várias organizações de ajuda humanitária como a Malteser International e organização Care Alemanha estão contribuindo com o envio de especialistas para a região e com a coleta de dinheiro. Todos esperam que a soma angariada entre os alemães para as vítimas do tsunami da Indonésia se repita.

Ajuda também na gasolina

gestrandete Bohrinsel nach Katrina

Plataforma encalhada após o furacão

O ministro da Economia, Wolfgang Clement, anunciou nesta segunda-feira (05/09) que a Alemanha liberará 474.000 toneladas (3,6 milhões de barris) de petróleo das reservas nacionais. Os Estados Unidos pediram na última sexta-feira a liberação de um total de 60 milhões de barris de petróleo aos 26 membros da Agência Internacional de Energia (IEA) para tentar controlar a subida estratosférica do preço do petróleo devido às perdas americanas de plataformas na região do Golfo do México.

A Alemanha é obrigada pela Constituição a manter uma quantidade suficiente de petróleo que lhe permita ser abastecida por pelo menos 90 dias sem a dependência externa. As reservas nacionais alemãs de petróleo compreendem hoje 25 milhões de barris.

O governo americano anunciou que 55 países já se dispuseram a ajudar, inclusive Cuba e Irã. Além da Alemanha, outros países da União Européia ofereceram generoso apoio aos americanos. A Espanha está enviando comida e medicamentos, e a Grécia vai enviar equipes de regaste e dois navios-hotéis para acolher os desabrigados americanos.

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