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Mundo

Buscas pelo voo MH370 entram em nova fase

Após mais de 50 dias, procura na superfície marítima pelos destroços do Boeing 777 é cancelada. Governo australiano anuncia que esforços se concentrarão a partir de agora apenas no fundo do mar.

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Primeiro-Ministro australiano Tony Abbott

Apesar, de após mais de 50 dias de trabalho, não se ter encontrado um único destroço do voo MH370 da Malaysia Airlines, o governo australiano anunciou nesta segunda-feira (28/04) ter decidido limitar as buscas ao fundo do oceano.

A decisão foi tomada após o fracasso em encontrar qualquer resquício do Boeing 777 na superfície do oceano. "Nós ainda estamos perplexos e decepcionados por não termos sido capazes de encontrar qualquer destroço com base nessas detecções", declarou o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, em referência a um possível sinal emitido pela caixa-preta.

Segundo ele, "é altamente improvável, nesta altura, conseguir encontrar resíduos do avião à superfície do oceano”.

Quando questionado sobre a extensão da área de buscas, Abbott afirmou que “se necessário abrangerá toda a zona de impacto provável, ou seja, um espaço aproximadamente de 700 por 80 quilômetros".

Abbott descreveu os esforços internacionais de busca como “os mais difíceis da história”. Ele ressaltou ainda que 334 voos, uma média de oito por dia, participaram da operação. Mais de 4,5 milhões de quilômetros quadrados foram mapeados.

Ao assumir que a aeronave pode nunca ser encontrada, o primeiro-ministro disse que este seria um resultado terrível. “O avião não pode simplesmente desaparecer. Ele tem que estar em algum lugar.”

O voo MH370 sumiu com 239 pessoas a bordo, em sua maioria cidadãos chineses, no dia 8 de março, quando fazia a rota entre Kuala Lampur e Pequim.

RCC/lusa/dpa/afp

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