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Mundo

Busca por avião da Malásia pode ser ampliada para o Oceano Índico

Casa Branca afirma que consulta outros países para, com base em novas informações, estender a área onde o Boeing 777 da Malaysia Airlines, desaparecido há seis dias, está sendo procurado.

A confusão em torno do paradeiro do Boeing 777 da Malaysia Airlines cresceu nesta quinta-feira (13/03) com a revelação, pela Casa Branca, de que as buscas podem ser estendidas também ao Oceano Índico e pela negação, por parte das autoridades da Malásia, de que haja qualquer pista de que a aeronave tenha

voado

por horas após perder contato com o controle de tráfego.

Em entrevista coletiva em Washington, Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, afirmou que a nova área de buscas do avião deve ser ampliada com base em informações recém-recebidas. Ele, porém, não detalhou quais eram os novos dados e limitou-se a dizer que não eram conclusivos.

"Uma área adicional pode ser aberta no Oceano Índico. Estamos consultando nossos parceiros internacionais para ver quem mobilizar", afirmou Carney. Na terça-feira, as autoridades malaias

já haviam expandido

a área de busca, de forma a incluir as águas a oeste da Malásia peninsular.

De acordo com investigadores americanos, citados em reportagem do Wall Street Journal, a aeronave – que levava 239 pessoas a bordo – teria voado por uma distância adicional de 3.500 quilômetros, podendo chegar até a fronteira do Paquistão ou o Oceano Índico.

Os dados sobre o voo teriam sido obtidos a partir de informações enviadas automaticamente a partir dos motores do avião para a Rolls-Royce, fabricante do equipamento. No início das investigações, porém, a Malaysia Airlines havia dito que os motores pararam de transmitir sinais quando o contato com a aeronave foi perdido.

Mas o ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein, disse que, baseado em informações da Rolls-Royce (fabricante das turbinas) e da Boeing, "esses relatos são imprecisos". A última transmissão de dados do avião, segundo ele, foi de fato à 01h07 (hora local), indicando que estava tudo normal.

Também nesta quinta-feira, foi confirmado que eram falsas as imagens com objetos flutuantes captadas por um dos satélites que a China empregou para tentar localizar o avião, desaparecido no sábado no trajeto Kuala Lampur-Pequim.

As autoridades malaias haviam enviado aviões para verificar os supostos destroços do avião desaparecido após o governo chinês publicar em um site oficial três imagens captadas por um de seus satélites de "objetos flutuantes".

O primeiro-ministro da China, Li Keqiang, disse que, apesar das dificuldades, seu país não abandonará a busca pelo avião até encontrá-lo. "Enquanto restar um fio de esperança, não retrocederemos e continuaremos a busca", disse Li.

RPR/ap/afp/rtr

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