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Ciência e Saúde

Britânicos identificam proteínas ligadas ao câncer de pâncreas

Pesquisadores descobrem três proteínas que são encontradas em altos níveis na urina de pacientes com câncer de pâncreas. Pesquisa pode ajudar no desenvolvimento de um teste barato para detectar a doença.

A combinação de três proteínas encontradas em altos níveis na urina de pacientes com câncer de pâncreas em fase inicial pode auxiliar no diagnóstico da doença, afirmou um estudo publicado nesta segunda-feira (03/08) na revista Clinical Cancer Research.

Os pesquisadores da Universidade Queen Mary, em Londres, descobriram que a alta concentração das três proteínas – LYVE 1, REG1A e TFF 1 – podem servir para diagnosticar com mais de 90% de precisão o câncer de pâncreas nos primeiros estágios. O estudo pode auxiliar no desenvolvimento de um teste de urina barato e não invasivo para detectar a doença antes que ela se espalhe.

Ainda não existe um teste para o diagnóstico precoce desse tipo de câncer de difícil detecção, que apresenta uma alta taxa de mortalidade.Em geral, o câncer de pâncreas é diagnosticado em uma fase terminal, o que impede a remoção do tumor.

Se o diagnóstico ocorrer no estágio dois, a taxa de sobrevivência é de 20%. Já no estágio um, para pacientes com tumores muito pequenos, a taxa de sobrevivência pode chegar aos 60%.

"Demorou um pouco para assegurar o princípio dos biomarcadores descobertos em 2008, mas valeu a pena esperar por esses resultados", afirmou a pesquisadora Tatjana Crnogorac-Jurcevic.

O próximo passo dos pesquisadores é realizar mais testes em grupos de alto risco – pessoas com antecedentes familiares, que fumam, que são obesas ou que tiveram diabetes após os 50 anos – para validar os resultados do estudo.

CN/lusa/afp

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