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Economia

Brasil e México: dois gigantes em Berlim

O governo alemão recebeu importantes visitas latino-americanas esta semana. O presidente brasileiro Lula manteve primeiros contatos oficiais em Berlim, sendo imediatamente seguido pelo colega mexicano, Vicente Fox.

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Lula pediu ao chanceler Schröder apoio alemão na luta contra a pobreza

A capital alemã recebeu ilustres visitantes da América Latina durante esta semana. Na segunda-feira (27), o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, abriu o ciclo de contatos oficiais com o governo alemão, sendo recebido pelo chefe de Estado Johannes Rau e pelo chefe de governo, chanceler federal Gerhard Schröder.

A partir da quarta-feira (29), o presidente mexicano Vicente Fox iniciou sua visita oficial de três dias à Alemanha. O Brasil e o México – as duas maiores economias da América Latina – contam com grande volume de investimentos privados alemães. A Alemanha é também o maior parceiro comercial dos dois países na Europa.

Durante a sua visita à Alemanha, o presidente brasileiro Lula lançou um apelo a que a Alemanha preste a sua contribuição para a eliminação da pobreza no Brasil. A conclamação de Lula foi considerada muito sensata pelo analista Cyrus de la Rubia, do Dresdner Bank Lateinamerika, encarregado de acompanhar a evolução econômica brasileira.

Investimentos contra a pobreza

Segundo Cyrus de la Rubia, todo investimento feito no Brasil é uma contribuição na luta contra a pobreza: "Pois, com isto, há criação de empregos e também maior renda. Da mesma forma uma liberalização do comércio seria uma contribuição importante que a Alemanha poderia dar, ou melhor dizendo, poderia propagar dentro da União Européia. O Brasil é um país que exporta muitos produtos agrários, mas não pode comercializá-los em todas as partes."

Não foi por acaso que a primeira viagem oficial de Lula fora da América do Sul teve a Alemanha como destino. Cerca de 1200 empresas alemãs têm subsidiárias no Brasil. São Paulo é tida, por isto, como a maior cidade industrial alemã fora da Alemanha. Com investimentos diretos avaliados em cerca de 17 bilhões de euros, o parceiro europeu é a terceira maior fonte de investimentos do Brasil.

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