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América Latina

Brasil e Colômbia assinam acordos para elevar comércio e investimentos

Indústria automobilística é um dos setores beneficiados pelos acordos fechados entre Dilma e Juan Manuel Santos em Bogotá. Brasil também promete apoio no pós-conflito com as Farc.

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Dilma foi recebida por Juan Manuel Santos em Bogotá, na primeira visita de Estado da presidente à Colômbia

A presidente Dilma Rousseff e o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, assinaram nesta sexta-feira (10/10), em Bogotá, uma série de acordos para aumentar o comércio e os investimentos entre os dois países, incluindo o setor automotivo.

Dilma e Santos destacaram a assinatura de um memorando para desenvolvimento da indústria automobilística e setores associados, no âmbito do Acordo de Complementação Econômica nº 59, firmado entre o Mercosul, a Colômbia e o Equador. Segundo Santos, a inciativa vai gerar empregos no Brasil e na Colômbia.

Os dois países também se comprometeram a iniciar a negociação de um acordo para proteger os investimentos e evitar a dupla tributação e firmaram ainda convênios em áreas como educação, assuntos indígenas na zona fronteiriça, agricultura, meio ambiente, tecnologia da informação e intercâmbio de informações policiais, entre outros.

Dilma se comprometeu a apoiar a agricultura e a infraestrutura na fase de pós-conflito na Colômbia, ou seja, depois que se firme um acordo com a guerrilha das Farc para pôr fim ao conflito armado de mais de meio século.

Os dois governantes ainda assinaram uma carta de intenção para colaborar na luta contra as mudanças climáticas.

Dilma e Santos se reuniram na Casa de Nariño, sede do governo colombiano, onde a brasileira foi recebida com honras militares, e destacaram o crescimento do comércio entre os dois países, que passou de 750 milhões para 4 bilhões de dólares nos últimos 15 anos.

Durante uma entrevista conjunta, Santos chamou o encontro de muito positivo e destacou que ambos são os países de maior população e as maiores economias da América do Sul. Colômbia e Brasil também compartilham uma fronteira terrestre de 1.645 quilômetros.

Embora seja a terceira maior economia da América do Sul, a Colômbia é apenas o sétimo parceiro comercial do Brasil no continente americano. "Na crise se produzem sinergias. O tema comercial muito nos interessa neste momento de dificuldade econômica mundial", declarou Santos.

Esta foi a primeira visita de Estado de Dilma à Colômbia.

AS/rtr/efe/dpa/abr

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