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Brasil

Brasil começa 2015 com deficit na balança comercial

Mês de janeiro registra saldo negativo de 3,174 bilhões de dólares. Em comparação ao mesmo período de 2014, exportações apresentam queda de 10,4% e importações de 12%.

A balança comercial – diferença entre exportações e importações – encerrou o mês de janeiro com deficit de 3,174 bilhões de dólares (cerca de 8,6 bilhões de reais), anunciou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), nesta segunda-feira (02/02). O resultado mostra que as importações voltaram a superar as exportações no Brasil. Em dezembro do ano passado, o saldo havia sido positivo em 293 milhões de dólares (cerca de 785 milhões de reais).

No primeiro mês de 2015, as vendas ao exterior trouxeram 13,7 bilhões de dólares (cerca de 37 bilhões de reais), enquanto as compras somaram a quantia de 16,9 bilhões de dólares (cerca de 45 bilhões de reais).

"Isso se explica pelo baixo movimento de exportação por conta de menor atividade devido a férias coletivas e entressafra. Por outro lado, na importação, é possível verificar um movimento de recomposição de estoques no mês”, explicou o secretário do MDIC, Daniel Godinho.

Este foi o quarto ano consecutivo no qual a balança comercial tem saldo negativo em janeiro. Em comparação ao mesmo período de 2014, houve uma queda de 10,4% nas exportações e de 12% nas importações, segundo os dados divulgados pelo MDIC. No entanto, em janeiro do ano passado, o saldo havia sido ainda pior: deficit de 4,1 bilhões de dólares (cerca de 11 bilhões de reais).

Ainda em comparação ao mês de janeiro de 2014, a principal queda nas exportações ocorreu nos produtos manufaturados: 14,6%. Além disso, o ministério destacou a queda de 58% nas exportações de automóveis, especialmente para a Argentina.

Nas vendas de produtos básicos, o recuo foi de 11,1%, com destaque para a queda de 49,5% no minério de ferro, cujos preços despencaram no mercado internacional no último ano. E nos semimanufaturados, as vendas cresceram 3,1%.

Já pelo lado das importações, destaque para a queda na compra de combustíveis e lubrificantes (28,4%), tanto pela redução no preço como pela menor quantidade, e de bens de consumo (14,2%).

PV/ab/lusa/rtr

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