Boca de urna dá vantagem para Merkel, mas coalizão com liberais é incerta | Todas as informações sobre as eleições na Alemanha em 2017 | DW | 22.09.2013
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Eleição na Alemanha

Boca de urna dá vantagem para Merkel, mas coalizão com liberais é incerta

Partido da chanceler federal lidera projeção com mais de 40% dos votos, mas fraco desempenho de seu principal parceiro de coalizão pode comprometer manutenção do governo em sua atual formação.

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Angela Merkel vota em Berlim

A chanceler federal Angela Merkel tem ampla vantagem na pesquisa de boca de urna do instituto Infratest Dimap sobre as eleições legislativas deste domingo (22/09), encomendada pela Deutsche Welle e pela emissora ARD. O partido da chanceler, a União Democrata Cristã (CDU), e a sua aliada na Baviera, a União Social Cristã (CSU), aparecem com 42% dos votos na pesquisa.

Para dar continuidade ao atual governo, Merkel necessita que os seus parceiros, os liberais do FDP, superem a barreira de 5% dos votos, exigidos pela lei alemã. A pesquisa Infratest Dimap deixa esse resultado em aberto. Pelo prognóstico, o FDP alcança 4,7%, mas devido à margem de erro não é possível garantir que o partido ficará realmente de fora do Bundestag (câmara baixa do Parlamento).

Oposição com poucas chances

Em segundo lugar na preferência do eleitorado alemão estão os social-democratas do SPD, de Peer Steinbrück, que conquistaram 26% dos votos, segundo a pesquisa Infratest Dimap. O Partido Verde é o terceiro mais bem votado, com 8% dos votos. A soma de social-democratas e verdes, 34%, é insuficiente para que os partidos possam formar sozinhos um governo em torno de Steinbrück.

A oposição somente terá uma chance se o FDP não alcançar os 5% e se for confirmada uma aliança oposicionista mais ampla, incluindo A Esquerda, que deve ter 8,5% dos votos, segundo a projeção. Essa opção, porém, é pouco provável, já que SPD e Partido Verde descartaram categoricamente uma aliança com A Esquerda, formada por dissidentes do SPD e antigos comunistas do Leste.

O partido eurocético AfD não conseguiu representação no Parlamento, segundo a pesquisa, alcançando 4,9% dos votos. Mas também nesse caso o resultado é incerto, devido à margem de erro.

A evolução da contagem de votos pode ser acompanhada no gráfico na página inicial da DW Brasil.

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