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Mundo

Berlusconi é condenado a sete anos de prisão no caso Rubygate

Ex-primeiro-ministro italiano é considerado culpado das acusações de prostituição de menores e abuso de poder. Ele pode recorrer em liberdade da decisão de primeira instância.

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Silvio Berlusconi

O ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi foi condenado por um tribunal de Milão nesta segunda-feira (24/05) a sete anos de prisão e à inabilitação perpétua para exercer cargos públicos, em razão do caso que ficou conhecido como Rubygate.

Ele era acusado de abuso de poder e incitação à prostituição de menores por supostamente ter pago para manter relações sexuais com a dançarina marroquina Karima el-Mahroug, conhecida como Ruby, na época com 17 anos de idade.

Berlusconi também é acusado de telefonar para um posto policial e pressionar pela libertação de Mahroug após ela ter sido detida por roubo. A defesa do ex-premiê argumenta que ele agiu na intenção de evitar um incidente diplomático, pois acreditava que a marroquina era sobrinha do então presidente do Egito, Hosni Mubarak.

Galerie Berlusconis laufende Prozesse Bunga Bunga Ruby

A dançarina marroquina Karima El Mahroug, pivô do escândalo Rubygate

Tanto Berlusconi como Mahroug negam ter mantido relações sexuais durante uma das famosas festas "bunga bunga", realizada em uma mansão de Berlusconi nos arredores de Milão em 2010, quando o magnata da mídia era primeiro-ministro.

A sentença de uma corte formada por três juízas foi mais severa do que a pena solicitada pelos promotores, que pediam seis anos de cadeia para o bilionário de 76 anos. Para o advogado de Berlusconi, Niccolo Ghedini, a decisão é completamente ilógica por ir além do que a acusação pedia.

O tribunal é de primeira instância e ainda cabe recurso em duas instâncias. O cumprimento da sentença fica em aberto até todas as apelações terem sido julgadas.

AS/lusa/ap/afp

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