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Mundo

Berlim recebe estrelas do vôlei de praia

As grandes estrelas do vôlei de praia se encontram na capital alemã para o 5º Mundial da modalidade. Escândalo quase leva a boicote da competição. Oito duplas representam Brasil e premiação é recorde.

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Arena fica na praça Schlossplatz, em frente à Catedral de Berlim

A partir desta terça-feira (21/06), as 48 duplas classificadas para o Campeonato Mundial de Vôlei de Praia lutarão pelos títulos nas arenas montadas na praça Schlossplatz, em frente à Catedral de Berlim. É a primeira vez que a Alemanha sedia o campeonato. As edições anteriores aconteceram nos Estados Unidos, na França, na Áustria e no Brasil.

Os organizadores alemães esperam reunir mais de 100 mil espectadores durante os 188 jogos. A arena montada no Schlossplatz tem lugar para 10 mil pessoas. Como sempre, a entrada para todos os jogos é gratuita, mas dois mil ingressos para lugares numerados foram postos à venda para cada partida e estão esgotados. A decisão feminina será no sábado (25/06) e os campeões masculinos serão conhecidos no domingo (26/06).

Competição tem domínio brasileiro

Os brasileiros dominam a competição: em quatro edições, são três títulos masculinos e um vice-campeonato; as meninas subiram três vezes ao ponto mais alto do pódio e foram duas vezes vice. Das 26 medalhas distribuídas até hoje (entre ouros, pratas e bronzes), 12 foram para o Brasil e nove para os Estados Unidos.

Em Berlim, caberá aos atletas Ricardo e Emanuel (atuais campeões), Harley e Benjamin, Fábio Luiz e Márcio e aos veteranos Tande e Franco manterem a escrita. Ricardo e Emanuel vêm de uma vitória no último domingo. Eles conquistaram o título da etapa da Suíça do Circuito Mundial.

Meninas terão norte-americanas pela frente

Beachvolleyball - Susanne Lahme

Sandra (e) é uma das atletas que defenderão o Brasil

No feminino, a recuperação do título dependerá do desempenho de Adriana Behar e Shelda (duas vezes campeãs e atuais vice), Larissa e Juliana, Ana Paula e Leila e da dupla Sandra e Ágatha. Apesar da experiência de Adriana e Shelda, um título para as atuais líderes do ranking mundial, Larissa e Juliana, não seria uma surpresa.

Sempre fortes, os norte-americanos esperam uma conquista principalmente da dupla Misty May e Kerri Walsh, favoritas ao título. Elas são as atuais campeãs olímpicas e mundiais, venceram o Circuito Mundial em 2002 e as cinco primeiras etapas do Circuito dos Estados Unidos este ano. Escândalo de última hora

Mas a participação das duplas femininas norte-americanas foi questionada ontem à noite e quase originou um boicote das demais equipes. Antes do sorteio, as jogadoras dos outros países quiseram saber os termos dos acordos assinados entre as atletas norte-americanas e a Federação Internacional de Vôlei (FIVB). A entidade condicionou a participação em competições mundiais à assinatura de um contrato, no qual as atletas se comprometem a disputar pelo menos oito torneios por ano.

As norte-americanas não assinaram o contrato e ficaram de fora de todas as competições mundiais de 2005, mas vão participar deste Mundial. As demais participantes querem saber por que está sendo reservado um tratamento diferenciado aos Estados Unidos e chegaram a ameaçar com um boicote.

"Nós assinamos contratos asfixiantes com a FIVB e as norte-americanas não. Por isso estamos exigindo as mesmas condições", afirmou a alemã Susanne Lahme. As jogadoras já falam em criar um sindicato para defender seus interesses na Federação. A premiação a ser distribuída na competição é recorde: um milhão de dólares. Os campeões receberão 62 mil dólares cada; os finalistas, 45 mil dólares; e os terceiros colocados embolsarão 35 mil dólares. Até para os últimos colocados há um prêmio de consolação de 3750 dólares.

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