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Economia

Bancos vêem Alemanha com "um pé na recessão"

Custos da reunificação, efeitos externos e falta de reformas estruturais freiam crescimento do PIB alemão.

A Associação dos Bancos Alemães vê o país "com um pé na recessão. Não há indicadores que apontem o fim da ladeira", disse o diretor do conselho econômico da entidade, Martin Hüfner, nesta quinta-feira (2), em Berlim.

Segundo Hüfner, depois de uma estagnação no segundo e terceiro trimestres, o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha deve cair no quarto trimestre de 2002. "Além disso, a taxa de desemprego deve continuar aumentando até meados do ano que vem", disse.

Pelos cálculos da Associação dos Bancos, o número de desempregados na Alemanha deve aumentar dos atuais 3,8 milhões para quatro milhões em 2002. "A evolução da economia alemã neste ano é bem pior do que a da zona do euro. Somos a lanterna", disse Hüfner.

O economista atribuiu a recessão alemã aos efeitos retardados da reunificação do país em 1989, que ainda provoca custos astronômicos. Além disso, ele mencionou a crise na construção, interferências externas como a estagnação da economia mundial e a falta de reformas em determinados setores da economia alemã.