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Economia

Bancos podem salvar grupo de mídia Kirch

Empresa precisa de 500 milhões de euros para escapar da insolvência. Bancos decidem ajuda no fim de semana.

Alguns bancos poderão comprar uma participação no grupo de mídia Kirch, a fim de salvar a empresa, cujas dívidas somam, no mínimo, 6,5 bilhões de euros. Uma notícia divulgada pelo jornal Süddeutsche Zeitung foi confirmada por fontes ligadas às instituições bancárias. Para não cair na insolvência, o grupo precisaria de pelo menos meio bilhão de euros este ano.

O império Kirch inclui inúmeros canais de tevê na Alemanha e na Europa, jornais, empresas de mídia, cinemas e produtoras, comércio de direitos de transmissão de filmes e de eventos esportivos, como as copas do mundo de futebol e a Fórmula-1, entre outras atividades.

"Nossa proposta foi de participação através de um aumento do capital", disse um gerente do grupo. Os bancos se reúnem no fim de semana para examiná-la e eventualmente definir a parcela de cada um. Os envolvidos seriam o Commerzbank, HypoVereinsbank, o Bayerische Landesbank (Banco Estadual da Baviera) e o DZ Bank. Resta saber se o australiano Rupert Murdoch (NewsCorp), Sílvio Berlusconi (MediaSet) e outros acionistas concordam com o plano.

O canal de tevê por assinatura Premiere, pertencente a Kirch, não conseguirá sanear seus problemas sem dispensar funcionários. O fracasso financeiro do Premiere é o principal responsável pelas dívidas do magnata alemão da mídia, Leo Kirch. Em 2001, os prejuízos antes do pagamento de juros e impostos subiram de 743,5 milhões de euros para 989 milhões de euros. Ao todo serão cortados 800 de 2400 empregos.

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