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Economia

Banco Central teme efeitos da alta do petróleo

O preço do petróleo não pára de aumentar. Se ele se mantiver no atual nível, até os mais modestos prognósticos de crescimento terão que ser corrigidos.

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Preço do barril fechou a semana em quase 44 dólares

O incontrolável aumento do preço do petróleo vai prejudicar a conjuntura neste e no próximo ano, de acordo com a avaliação do Banco Central alemão. Se o preço se mantiver no nível de agora, há que se contar com uma desaceleração do crescimento e com maiores índices de inflação, conforme declarou o economista-chefe do Banco Central, Hermann Remsperger, ao Welt am Sonntag.

Para 2004 e 2005, Remperger estava calculando uma uma inflação de aproximadamente dois por cento ao ano. Mas o petróleo vier a encarecer ainda mais, "não poderemos manter nem nossos prognósticos de crescimento, nem os preços na Alemanha", disse o economista.

Na sexta-feira (07/08), o preço do barril de petróleo (159 litros) atingiu no decorrer do dia a marca-recorde de 44,77 dólares. No entanto, no fim do dia o preço do barril fechou em 43,95 dólares, o que corresponde a 46 centavos ou 1,04% a menos que no dia anterior.

A companhia petrolífera russa Yukos, cuja crise representa uma das causas da atual alta do petróleo, teve na sexta-feira a primeira vitória jurídica no conflito com as autoridades fiscais russas, que exigem maiores contribuições relativas a declarações anteriores. Um tribunal de Moscou considerou ilegal o confisco da mais importante companhia de extração da Yukos, a Nuganskneftegas.

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