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Economia

Balancete da ThyssenKrupp decepciona

Os lucros da gigante alemã do aço caíram 78% no primeiro semestre do ano fiscal 2001/2002. Os outros dados também foram fracos, o que obrigou a diretoria a rever as previsões para 2002.

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Ekkehard Schulz, presidente do conglomerado alemão

Após uma queda drástica de seus lucros no primeiro semestre do ano fiscal, a ThyssenKrupp corrigiu suas previsões para 2002. O lucro antes do pagamento de impostos será de 400 milhões de euros, 100 milhões de euros a menos do que se esperava, o que não inclui a soma obtida com a venda de participações, informou a gigante alemã do aço, nesta quinta-feira (23), em Düsseldorf.

O faturamento não atingirá o montante do ano passado, que foi de 38 bilhões de euros. A bolsa de valores reagiu à notícia negativa com uma desvalorização de 1,3% na ação da ThyssenKrupp.

Os lucros do grupo, que no final de março empregava em todo o mundo 190 mil pessoas, caíram 78% para 124 milhões de euros no primeiro semestre do ano fiscal 2001/2002. Essa soma inclui 114 milhões de euros da venda de participações em empresas. O resultado antes dos juros, impostos e amortizações (EBITDA), considerado um indicador da produtividade da empresa, caiu 35%. As encomendas tiveram uma queda de 6%, totalizando 18,1 bilhões de euros. O faturamento diminuiu 8% para 17,4 bilhões de euros.

Culpa da conjuntura - O desaquecimento da conjuntura na Europa foi citado pela diretoria do grupo como a principal razão para a queda dos lucros. Há indícios de uma recuperação no segundo semestre de 2002, no entanto, a situação é muito instável em muitos mercados. A empresa conta com um crescimento de 1,5% na Europa Ocidental. A grande preocupação é a crise no mercado mundial do aço. O setor foi responsável por 27% do faturamento total, no ano passado. No final de março, 50.400 pessoas estavam empregadas nesse setor, o que representa uma diminuição de 6,2% em relação ao ano anterior. Ao todo, a ThyssenKrupp emprega 190.400 funcionários. Na Alemanha, 1,9% das vagas foram cortadas. As dívidas do grupo aumentaram 14,3%, totalizando 7,3 bilhões de euros.

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