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Mundo

Avião russo cai no Egito com 224 pessoas a bordo

Aeronave caiu logo após a decolar de aeroporto no litoral da Península do Sinai. Segundo autoridades, ninguém sobreviveu. Investigadores descartam atentado terrorista como causa da tragédia.

Um avião russo com 224 pessoas a bordo caiu neste sábado (31/10) logo após a decolagem de aeroporto no balneário egípcio de Sharm el-Sheikh, na Península do Sinai. De acordo com informações de autoridades de segurança, nenhum dos passageiros sobreviveu.

Autoridades apontam um defeito técnico como possível causa da queda e descartam um ataque terrorista. A maioria dos passageiros era de turistas russos.

As equipes de resgate encontraram destroços do Airbus A321-200 em uma região montanhosa perto do aeroporto, no norte do Sinai, de acordo com informações da autoridade egípcia responsável por acidentes aéreos.

De acordo com o Ministério da Aeronáutica do Egito, o contato com o voo da companhia russa Kogalymavia (que também opera sob o nome Metrojet) foi interrompido cerca de 20 minutos após a decolagem. Rumores de que o piloto tivesse tentado um pouso de emergência não foram confirmados oficialmente.

A autoridade da aviação russa informou que a aeronave, do tipo A-321, ia de Sharm el-Sheikh, no litoral do Mar Vermelho, com destino a São Petersburgo, na Rússia.

O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou a formação de uma comissão estatal de inquérito, cuja presidência foi assumida pelo chefe de governo russo, Dmitri Medvedev, informou o Kremlin. Putin ordenou também assistência imediata para as famílias das vítimas e comunicou a elas suas condolências.

A aeronave pertencia à companhia aérea Kogalymavia, sediada na Sibéria, segundo um porta-voz, citado pela agência russa Interfax. Ela tinha mais de 18 anos de idade, conforme informações da mídia, e pertencia à empresa desde março de 2012.

Segundo a Interfax, todos os passageiros eram russos. A bordo, estariam 217 passageiros e 7 tripulantes. "Há muitos mortos", disse Mahmud al-Zinati, chefe da aviação civil do Egito, à agência de notícias AFP, acrescentando que 17 crianças estavam entre as vítimas.

MD/lusa/rtr

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