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Mundo

Autoridades fecham aeroporto no Iêmen

Porto de Aden e acessos a segunda maior cidade do país também estão bloqueados. Medida é tomada em protesto contra ataques de milícias xiitas ao palácio presidencial e à residência do presidente na capital.

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Ataques na capital levaram ao fechamento do aeroporto em Aden

Autoridades da segunda maior cidade do Iêmen, Aden, fecharam seu aeroporto internacional nesta quarta-feira (21/01), em protesto contra os ataques de milícias xiitas ao presidente.

Forças de segurança da cidade disseram em comunicado que estavam fechando o aeroporto, o porto e os acessos a Aden em decorrência dos "desenvolvimentos perigosos na capital" e dos "ataques ao símbolo da soberania nacional e legitimidade constitucional, o presidente Abd Rabbuh Mansur al-Hadi".

O chefe do aeroporto de Aden, Tarek Abdu, declarou que o fechamento entrou em vigor às 7h da manhã, no horário local, e afirmou que a medida irá durar até "uma futura notificação" do governador.

A decisão foi tomada após milícias xiitas conhecidas como houthis invadirem o palácio presidencial na capital do país, Sanaa, e atacarem a residência do presidente nesta terça-feira. Autoridades locais afirmaram que a ação é uma tentativa de derrubar o governo.

Ataques continuam

A milícia xiita prosseguiu nesta quarta-feira com os ataques na capital. Os rebeldes assumiram o controle de uma base militar que abriga mísseis e montaram guarda diante da residência do presidente.

Nesta segunda-feira, combatentes haviam cercado a residência do primeiro-ministro, Khaled Bahah, após confrontos que permitiram a eles reforçar o domínio sobre a capital iemenita e deixaram nove mortos e 67 feridos, incluindo civis.

Os rebeldes, que desde o ano passado ampliam sua influência no Iêmen, tomaram no dia 21 de setembro o controle de uma grande parte da capital do país, controlando a televisão pública iemenita e a agência de notícias oficial Saba.

Os houthis querem mais direitos para a comunidade zaidita, uma ramificação do xiismo. Aliados do Irã na disputa com a Arábia Saudita por uma maior influência na região, eles fizeram ameaças se suas demandas por uma participação justa na nova Constituição não forem atendidas.

CN/afp/ap

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