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Economia

Aumento do IVA encarece bens de consumo na Alemanha

Elevação do IVA a partir de 2007 pode sair cara para os alemães, dependendo dos hábitos de consumo.

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Taxação de produtos alimentícios é restrita

O aumento do imposto sobre valor agregado (IVA) de 16% para 19% promete sobrecarregar os orçamentos domésticos alemães a partir de 1º de janeiro de 2007. Mas, dependendo dos hábitos, o peso deste aumento pode ser maior ou menor, de acordo com o Departamento Federal de Estatísticas.

Para quem gasta a maior parte do dinheiro com coisas básicas, como aluguel, produtos alimentícios e jornais ou revistas, por exemplo, o aumento não vai pesar muito. Mas quem gosta de trocar de carro e comprar eletrodomésticos com freqüência será mais afetado pela mudança fiscal. O pior será para quem gosta de comer fora, fumar e beber bebidas alcoólicas.

De acordo com estatísticas oficiais, o aumento do IVA atinge mais da metade de todas as despesas privadas (53%). Para 16% dos bens de consumo vale a alíquota reduzida de 7%. Isso inclui alimentos, livros, revistas e transporte público.

Valor médio em contexto europeu

Quase um terço (31%) do orçamento de um domicílio alemão é gasto com produtos e prestação de serviços isentos de IVA. Isso inclui aluguel, mensalidades de pré-escola, serviços de assistência de saúde e taxas dos meios de comunicação públicos.

Segundo cálculos do Departamento Federal de Estatística, o aumento do IVA poderá provocar uma elevação máxima de 1,4% da inflação na Alemanha. O índice de inflação alemão foi de 1,7% em 2006.

O último aumento do IVA na Alemanha, ocorrido em 1998, foi de 15% para 16%. A alíquota de 19% para imposto sobre valor agregado é um valor médio em contexto europeu.

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