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Economia

Aumentam os registros de patente na Europa

O Departamento Europeu de Patentes, com sede em Munique, espera um número recorde de registros este ano: 180 mil. Os principais setores são eletrotécnica, técnica médica e componentes eletrônicos.

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A jovem Meike Spiess registrou a patente da sua invenção: um novo tipo de escova de dentes

Incansáveis, os inventores continuam ativos, mesmo que a conjuntura mundial deixe muito a desejar. O Departamento Europeu de Patentes, cuja sede é em Munique, conta com 180 mil registros este anos, um novo recorde, que representaria um aumento de 10%, informou seu presidente, Ingo Kober, nesta quinta-feira (20), em Munique. Cerca de dois terços das patentes foram inscritas por grandes empresas, ficando o restante por conta de inventores individuais e de pequenas empresas.

Alemanha tem mais registros - Em 2001, os "professores Pardal" da Europa deram entrada a 160 mil pedidos de patente. O aumento de 9%, contudo, ficou aquém de 2000, que foi um ano excepcional. A maioria das patentes são de eletrotécnica, técnica médica e componentes eletrônicos. Novamente a Alemanha saiu na frente, com 20% das invenções, seguida da França (6,2%) e Grã-Bretanha (4,4%). A maior parte das solicitações de patente de fora da Europa veio dos EUA (27,7%).

Empresas são as maiores interessadas - Houve muitas mudanças nas últimas décadas, segundo Kober. Se antes a maioria dos registros era de inventores que queriam assegurar sua invenção, hoje são principalmente as empresas que estão interessadas em obter maior prestígio, aumentando seu número de patentes. "Elas querem intimidar a concorrência com isso", diz o presidente da instituição.

Este ano, o departamento deve conceder mais de 40 mil patentes. "Será o maior número na história da repartição", segundo Kober. Depois de dar entrada ao pedido, os inventores têm de esperar 51 meses. Para agilizar o procedimento, Kober anunciou que o departamento irá contratar mais 20% de funcionários a médio prazo, totalizando 6 mil.

Patente comum deve demorar - Quanto a uma patente européia, válida em toda a UE, Ingo Kober não espera uma breve solução. "Ainda não está claro se e quando surgirá uma patente comum". Há mais de dois anos que os países-membros da UE discutem sobre a questão, que tornaria mais simples e mais barato o registro do direito intelectual da invenção. Em média uma patente com duração de dez anos e válida em oito países custa cerca de 30 mil euros. A partir de julho, patentes européias também serão válidas na Bulgária, Estônia, República Tcheca e Eslováquia.