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Economia

Aumenta onda de demissões na Alemanha

Ford, Telekom, DaimlerChrysler, Volkswagen, Siemens e outros conglomerados multinacionais enxugam quadro de pessoal, aumentam lucros e geram protestos na Alemanha.

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Deutsche Telekom: 32 mil funcionários na corda bamba

A onda de demissões na indústria e no setor de serviços na Alemanha, iniciada há cerca de um ano, parece não ter fim. Nesta sexta-feira (04/11), os 19 mil funcionários da Ford em Colônia foram confrontados com um programa de cortes de mil vagas até o fim deste ano.

Também a DaimlerChrysler e a Volkswagen estão enxugando seus quadros de pessoal, com a meta de reduzir os custos de produção na Alemanha. Ao mesmo tempo em que esperam vendas recordes no exterior, as montadoras reclamam da estagnação no mercado interno e das incertezas quanto à formação do futuro governo alemão.

Já a Deutsche Telekom gerou protestos na quarta-feira (02/11), ao anunciar a eliminação de 32 mil postos de trabalho nos próximos três anos. "Somente se cortarmos empregos em massa, poderemos assegurar nossa posição no mercado", justificou o presidente da empresa, Kai Uwe Ricke. Ele disse que a redução de pessoal vai custar cerca de 3,3 bilhões de euros.

Para o sindicalista, Franz Treml, membro da diretoria do Sindicato do Setor de Serviços (Verdi) e do conselho fiscal da Telekom, os cortes anunciados por Ricke "são um horror". Em compensação, Ricke deve alegrar o mercado financeiro, na próxima semana, com lucros estimados em 2,1 bilhões de euros no terceiro trimestre de 2005.

Leia a seguir: os maiores cortes de pessoal na Alemanha desde 2004

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