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Mundo

Atirador abre fogo em faculdade no Oregon

Ao menos dez pessoas morrem e sete ficam feridas em atentado contra uma instituição de ensino no estado americano. Atirador de 20 anos é morto em troca de tiros com a polícia.

Um atirador abriu fogo nesta quinta-feira (01/10) em uma faculdade comunitária no estado de Oregon, nos EUA. Ao menos dez pessoas morreram e outras sete ficaram feridas antes do autor do atentado ser morto em uma troca de tiros com a polícia.

A identidade do suspeito não foi divulgada, autoridades disseram apenas se trata de um homem de 20 anos. A polícia não deu detalhes do ataque, que ocorreu no campus de uma faculdade em Roseburg, localizada a cerca de 300 quilômetros ao sul de Portland.

Em uma coletiva de imprensa, o xerife do condado de Douglas, John Hanlin, afirmou que o atirador morreu durante uma troca de tiros com a polícia dentro de um prédio da faculdade. Hanlin não disse, porém, se o autor do atentado foi morto pela polícia ou se suicidou.

Autoridades confirmaram que dez pessoas morreram no atentado e outras sete ficaram feridas, incluindo três em estado grave. A polícia investiga os motivos que levaram o jovem a cometer o ataque.

O atentado começou por volta das 10h30 (horário local). O motivo ainda é desconhecido. Uma testemunha ouvida pela agência de notícias AP afirmou que o atirador disparou com seu professor e pediu que todos deitassem no chão. Então, ele ordenou que as pessoas se levantassem e dissessem qual era a sua religião. Depois disso, ele abriu fogo.

De acordo com o jornal Portland Oregonian, as autoridades receberam um chamado de emergência às 10h40 (horário local) devido a um tiroteio na faculdade.

O campus foi vasculhado pela polícia que declarou que não há "mais ameaças" de tiros no local. As autoridades pediram ainda que as pessoas evitem se aproximar da faculdade, que tem cerca de 3 mil alunos.

Mudar a legislação

Em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, lamentou a tragédia e voltou a afirmar que o país precisa mudar sua legislação sobre o porte de armas. "Essa é uma escolha política que fizemos que permite que isso aconteça a cada poucos meses", disse.

Obama ressaltou ainda que apenas orar não é suficiente. "Isso não evita que massacres voltem a acontecer em algum lugar do país, na próxima semana ou nos próximos meses".

CN/rtr/ap/dpa/afp

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