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Mundo

Atentados matam mais de 90 pessoas no Iraque

País enfrenta maior onda de violência desde a saída das tropas dos Estados Unidos, em dezembro passado. Ataques atingiram regiões de maioria xiita.

Uma série de atentados causou a morte de mais de 90 pessoas no Iraque nesta segunda-feira (23/07), um dia depois de ataques a bomba terem matado cerca de 20 pessoas no país. É a maior onda de violência desde que os Estados Unidos deixaram o Iraque, em dezembro.

Os ataques mostram a fragilidade da segurança iraquiana e ocorreram poucos dias depois de o braço local da Al Qaeda ter anunciado uma nova ofensiva no país. Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria dos atentados, que ocorreram em regiões xiitas.

Um iraquiano responsável pela segurança culpou o braço local da Al Qaeda, formado por militantes sunitas hostis ao governo xiita, que é aliado do Irã. "Os recentes ataques são uma clara mensagem de que a Al Qaeda no Iraque está determinada a detonar uma sangrenta guerra sectária", disse o oficial.

Ele teceu um paralelo entre os ataques e o surgimento de uma oposição rebelde sunita na Síria, país vizinho do Iraque. "Eles [Al Qaeda] querem que a situação [no Iraque] fique tão ruim quanto a da Síria", afirmou.

O pior ataque ocorreu na cidade de Taji, localizada cerca de 20 quilômetros ao norte de Bagdá. Várias bombas explodiram na cidade, causando a morte de mais de 40 pessoas. Em Bagdá, a explosão de um carro-bomba matou 12 pessoas.

AS/rtr/ap/afp
Revisão: Roselaine Wandscheer

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