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Mundo

Atentados anti-semitas na França e na Bélgica causam indignação

Segurança das sinagogas na França foi reforçada depois da série de atentados. Presidente Chirac condenou os atos e conclamou a população a maior tolerância.

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Procura por pistas nas ruínas da sinagoga em Marselha destruída pelo fogo

Os políticos da França e da Bélgica condenaram a série de atos terroristas contra sinagogas e outras instituições judaicas em ambos os países nos últimas dias. O presidente francês condenou os atentados, que chamou de atos indesculpáveis e indignos, e apelou à população para que demonstre maior tolerância. Ao mesmo tempo, foi reforçada a segurança das sinagogas francesas.

Na cidade de Marselha, uma sinagoga foi completamente destruída por um incêndio na última noite (1º). Em Anderlecht, na Bélgica, foram jogadas cinco bombas incendiárias contra uma igreja judia. Atentados semelhantes aconteceram ainda em Estrasburgo e Lyon. Em Toulouse, no sul da França, um homem disparou dois tiros contra um açougue judeu.

O governo de Paris associou os atentados aos acontecimentos no Oriente Médio. O Conselho Central dos Judeus da França advertiu para a proximidade de uma "Noite dos Cristais", associando o terrorismo das três últimas noites à perseguição de Hitler contra os judeus durante o nazismo.