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Mundo

Ataque a hotel na Somália deixa ao menos 15 mortos

Grupo radical islâmico Al Shabaab assume autoria de atentado a bomba em hotel de luxo e morte de parlamentar somali. Ações ocorrem horas após Barack Obama afirmar, em visita ao Quênia, que milícia está "enfraquecida".

Pelo menos 15 pessoas morreram neste domingo (26/07) após a detonação de um carro-bomba em frente ao hotel Jazeera Palace em Mogadíscio, capital da Somália. O grupo radical islâmico Al Shabaab assumiu a autoria do atentado.

"A ação é em resposta aos ataques e bombardeios por helicópteros realizados pela Missão da União Africana para a Somália (Amisom) e o governo somali contra os membros do Al Shabaab", afirmou o porta-voz do grupo radical, Abdiasis Abu Musab, para a agência de notícias Reuters.

O hotel atacado é conhecido por hospedar membros de diversas representações diplomáticas, como das Nações Unidas, da Amisom e de missões da China e Catar. Com a explosão, cerca de 20 casas e lojas próximas ao hotel de luxo ficaram destruídas.

O presidente somali, Hassan Sheikh Mohamud, condenou o ato terrorista. Não é a primeira vez que o hotel Jazeera Palace é alvo de um atentado. Em 2012, um homem-bomba atacou o hotel enquanto o presidente Mohamud estava dentro dele.

No sábado, um parlamentar da Somália, dois guardas-costas e um motorista foram mortos pelo Al Shabaab.

O atentado contra o hotel de luxo acontece no último dia da visita do presidente dos EUA, Barack Obama, ao país vizinho Quênia. No encontro realizado no sábado com o homólogo queniano, Uhuru Kenyatta, o líder americano enfatizou que os dois países aumentaram a cooperação na luta contra o Al Shabaab na Somália e que "enfraqueceram as redes [do grupo] que operam na África Ocidental".

FC/afp/dpa/ap/rtr

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