Ataque aéreo mata líder da Al Qaeda na Síria | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 22.07.2015
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Mundo

Ataque aéreo mata líder da Al Qaeda na Síria

Pentágono afirma que Muhsin al-Fadhli, líder do grupo Khorasan, que organiza atentados a alvos ocidentais na Síria, morreu em ataque aéreo da coalizão liderada pelos EUA.

Um dos principais líderes da Al Qaeda na Síria, Muhsin al-Fadhli, de 34 anos, foi morto num ataque aéreo da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos no norte do país, afirmou nesta terça-feira (21/07) o Pentágono, em Washington.

O ataque "cinético" ao veículo que transportava al-Fadhi foi realizado no dia 8 de julho próximo a Sarmada, afirmou o capitão Jeff Davies, porta-voz do Pentágono. Ele, porém, não confirmou se a investida teria sido realizada por um drone ou por uma aeronave militar tripulada.

Al-Fadhli seria o líder do Khorasan, um grupo de veteranos da Al Qaeda na Síria que reúne militantes provenientes da Ásia Central e do Oriente Médio e que organiza ataques a alvos ocidentais na região. Segundo as autoridades, o Khorasan integra a ramificação da Al Qaeda na Síria, a Frente al-Nusra.

Al-Fadhli era um dos principais colaboradores do ex-líder da Al Qaeda no Iraque, Abu Mussad al-Zarqawi. Davies disse que al-Fadhli era um "facilitador veterano da Al Qaeda que estava entre os poucos homens de confiança" dos líderes da organização e que ele "teria sido notificado de antemão sobre os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos".

"Sua morte irá prejudicar e interromper atividades em andamento da Al Qaeda contra os Estados Unidos, seus aliados e parceiros", analisou o porta-voz do Pentágono, acrescentando ainda que al-Fadhli também estaria ligado aos ataques de outubro de 2002 contra soldados da Marinha americana no Kuwait e a um navio petroleiro francês.

O Departamento de Estado havia oferecido um recompensa de 7 milhões de dólares por informações que levassem ao paradeiro do jihadista. Ele também era procurado pelo Kuwait e pela Arábia Saudita.

RC/ap/afp

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