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Sua Opinião

ASHKAN DEJAGAH SE NEGA A JOGAR CONTRA ISRAEL

Os temas comentados esta semana por nossos leitores foram: jogador de futebol se recusa a jogar contra Israel, pena de morte, NPD, Nicolas Sarkozy, bilingüismo e pedofilia. Clique aqui para ler!

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Ashkan Dejagah

Acredito que um profissional do esporte não deva ter uma posição em relação a assuntos políticos que influenciem seu trabalho.
Isaias Domingues Vicente Junior

Acho que todo esportista tem o direito de ter suas convicções políticas, mas não quando está na seleção de um país. Jogador de seleção representa o país, já não é mais apenas um indivíduo. Por isso, não concordo com a posição de Ashkan.
Renato Martins

PENA DE MORTE

A chamada pena de morte é algo abominável, a meu ver, como mostra, de forma chocante, o filme Não Matarás (Krzysztof Kieslowski), no qual se vê que a violência do Estado também é mera violência, embora formalmente legal. Assim, não é pena, no sentido retributivo de pena, e, por isso mesmo, não se justifica como tal, mas apenas como eliminação do indesejado. Mas os outros tipos legais de pena violenta, como a restrição da liberdade, satisfazem um caráter ético?
João Bosco da Encarnação

PROIBIÇÃO DO NPD

Acho que o fantasma do nazismo tenta retornar dos mortos através de "grupos" que se auto-intitulam democratas de direita, quando na realidade sabemos que este utiliza siglas como o NPD, que deseja o poder jurídico através do parlamento e da sua pseudolegalidade. Porém estes "partidos" devem ser desarticulados logo no início, pois em um mundo em que uma informação pode viajar na velocidade do som, a tese de que a mãe Alemanha voltará à idade das trevas com essas filosofias arcaicas que se denominam "neo", pode levar a graves perdas de investimento estrangeiro e uma possível "repulsa xenófoba" contra a sua população por parte das outras potências!
Higor Uchôa

Infelizmente a história mostra que muitas vezes erros do passado se repetem. Uma das páginas mais tristes da história humana aconteceu graças a este partido, e agora corremos o risco de ver tudo se repetir. Grande parte do mundo sofreu os impactos do nazismo no passado, inclusive a própria Alemanha foi uma das mais prejudicadas com a herança de morte e crueldade deixada pelos nazistas. Não podemos deixar que tudo aconteça novamente.
Patricia Rodrigues

POLÍTICA EXTERNA DE NICOLAS SARKOZY

Ao meu ver, creio que a política externa de Sarkozy com a África se sobressai justamente com propósitos geopolíticos na região e por querer obter maior representatividade quanto às mediações da União Européia, mostrando que a França tem maior pleito no cenário político das relações externas.
Tiago Cardoso

Nicolas Sarkozy quer ocupar o lugar da Inglaterra no coração do Tio Sam, e vai conseguir. Mas Sarkozy deve ir com menos sede ao pote, porque ele pode quebrar. Quem vai ficar parado chupando o dedo é a Alemanha, que insiste em querer ser independente. Não é ficando contra Bush que a Alemanha vai ganhar um lugarzinho permanente no Conselho de Segurança da ONU. Vai é ficar chorando e reclamando do Sarkozy.
Antonio Carlos Campos

BILINGÜISMO

De fato, muitos países "preferem" se ver e se assumir como monolíngües e, nesse sentido, invisibilizam as outras línguas faladas em seu território. Quando há a tentativa de preservar a língua minoritária, destina-se a ela um espaço diminuto, e esta acaba se deslocando. É o caso das línguas indígenas no Brasil, onde a educação bilíngüe e intercultural tem garantia legal. Todavia, a língua de ensino nas séries mais avançadas é o português e a(s) língua(s) indígena(s), quando aparece(m), é com status de 2ª língua em uma ou duas vezes por semana. Só! Sou doutora em Lingüística Aplicada e atuo com pesquisa em contexto indígena no município de Dourados/MS onde se encontram as etnias Guarani/Kaoiwá e Terena.
Maria Ceres Pereira

PEDOFILIA

Acho que o problema da pedofilia é global, e o que nos espanta mais no caso de padres da Igreja Católica é porque não se espera esse comportamento daqueles que dizem seguir os ensinamentos de Cristo. Acho que a pedofilia é um acontecimento que se dá em qualquer tipo de sociedade, independente de religião, sexo ou grupo de pessoas. Infelizmente a pedofilia está presente nos lares, onde pensamos ser o local mais seguro para nossas crianças. Abusos de pais, irmãos e pessoas que freqüentam a casa podem ser muito mais comuns do que imaginamos. O público deve ser informado dos casos para que possa proteger suas crianças, mas isso não deve servir como o dedo que aponta para grupos específicos. Temos padres inescrupulosos e corruptos, assim como temos engenheiros, médicos, professores, pais e mães, políticos, cientistas, gays, etc., inescrupulosos e corruptos. Acho que a maldade não escolhe grupos específicos para emergir em toda sua grandeza.
Júlia Bellini