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Economia

As maiores multas anticartel da União Européia

Empresas alemãs são presença constante nas combinações ilícitas sobre preços dentro da UE. A multa de quase meio milhão de euros contra a ThyssenKrupp é a maior já imposta contra uma firma por formação de cartel.

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992,3 milhões de euros: elevadores. A Comissão Européia impôs em fevereiro de 2007 a maior multa contra os cinco maiores fabricantes de elevadores e escadas rolantes do mundo. Somente à ThyssenKrupp, sediada em Düsseldorf, coube quase a metade: 479 milhões de euros.

790 milhões de euros: vitaminas. Bruxelas condenou em 2001 empresas que haviam combinado entre si os preços de seus produtos vitamínicos. A parcela maior, de 462 milhões de euros, pesou sobre o grupo suíço Hoffmann-La Roche.

750 milhões de euros: instalações de alta-tensão. No final de janeiro de 2007 a UE condenou 11 firmas de renome por manipular os preços de instalações elétricas de alta-tensão. A maior fatia – 418 milhões de euros – coube à alemã Siemens. A empresa prometeu apelar juridicamente.

519 milhões: borracha. O grupo Bayer participou de um cartel da borracha sintética, contra o qual a Comissão da UE investiu em novembro de 2006. Contudo, na qualidade de testemunha principal, a empresa alemã foi inteiramente liberada de uma multa de mais de 200 milhões de euros.

478 milhões de euros: placas de gesso. A alemã Knauf teve que pagar quase 86 milhões de euros em 2002, por formar cartel com três outras firmas. O fabricante de cimento francês Lafarge arcou com uma multa de 250 milhões de euros, na qualidade de maior grupo envolvido.

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