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Mundo

Argentina abre arquivos referentes ao atentado à embaixada de Israel

Após tornar público documentos do ataque à Amia em 1994, governo ordena abertura de arquivos do atentando que deixou 29 mortos e mais de 200 feridos em 1992.

O governo argentino tornou público nesta quinta-feira (09/04) os arquivos secretos referentes ao atentando à embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992. No ataque, um carro-bomba explodiu em frente ao prédio deixando 29 mortos e mais de 200 feridos.

A decisão da Presidência foi publicada em Diário Oficial que determinou a abertura de "todos os documentos de inteligência e arquivos" relacionados ao caso. A medida foi tomada pelo governo, após o pedido do Supremo Tribunal argentino.

Em março, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou que Buenos Aires iria tornar público os arquivos do caso assim que o Supremo Tribunal o solicitasse, como já fez com os documentos sobre a investigação ao ataque contra à Associação Mutual Israelita Argentina (Amia), que deixou mais de 80 mortos em 1994.

A investigação sobre o atentado à embaixada foi encerrada em 1999. Na época, a autoria do ataque foi atribuída a membros do grupo radical xiita libanês Hisbolá. No entanto, ninguém jamais foi detido, processado e condenado.

A comunidade judaica no país atribuiu ao Irã e ao Hisbolá o planejamento e execução de ambos os atentados.

CN/lusa/efe/afp

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