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Alemanha

Apelo à federação de futebol do Iraque pela libertação de alemães

Federação e Liga Alemã de Futebol dirigem apelo a lideranças esportivas iraquianas para que intercedam pela libertação de reféns alemães. Força-tarefa sem contato com terroristas. Prosseguem vigílias em Leipzig.

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Os dois alemães (sentados) foram seqüestrados no norte do Iraque

A Federação Alemã de Futebol (DFB) e a Liga Alemã de Futebol (DFL) dirigiram um apelo aos dirigentes do futebol no Iraque, para que intercedam pela libertação dos dois engenheiros alemães seqüestrados há mais de duas semanas naquele país.

Na carta, formulada após contato com a força-tarefa que trata do caso em Berlim, a federação destaca o apoio dado nos últimos anos pelo DFB ao futebol no Iraque. O refém René Bräunlich (31 anos), joga futebol num clube amador de Leipzig.

Vários apelos ao mundo árabe através de vídeos

A força-tarefa em Berlim não tem contato com os seqüestradores, nem dispõe de informações de que Thomas Nitzschke (28 anos) e René estejam vivos. Diversos apelos transmitidos em vídeos na semana passada pela emissora árabe de tevê Al Jazira, feitos pelas mães dos reféns, pelo ministro alemão das Relações Exteriores e pelo empregador de ambos, que estavam a serviço no Iraque, ficaram sem resposta dos terroristas.

Mütter der im Irak entführten Deutschen

Mães dos reféns fizeram apelo em vídeo aos seqüestradores

A mãe de René Bräunlich defendeu a empresa Cryotec, onde trabalhavam, das acusações de negligência na segurança de ambos. O chefe da empresa teria organizado a segurança e dado instruções sobre como proceder no Iraque, disse Ingeborg Bräunlich numa entrevista ao jornal Leipziger Volkszeitung. "A incerteza será especialmente difícil de superar neste domingo, quando René completará 32 anos", conclui.

Quando foram seqüestrados, os dois engenheiros estavam na cidade industrial de Baiji, no norte do Iraque. Os terroristas haviam dado um prazo de 72 horas, que já expirou na semana passada, para que a embaixada alemã em Bagdá fosse fechada e todas as empresas alemãs se tirassem do país.

Vigílias em Leipzig

Teilnehmer einer Mahnwache an der Leipziger Nikolaikirche

'Libertem eles' apelam os participantes da vigília

Em Leipzig, onde moram os seqüestrados, a colega de trabalho Christine Wolf lamenta que pouco pode fazer pelos reféns tão distantes. Não perdemos a esperança, salienta. "O único que podemos fazer, é participar das vigílias, todas as segundas e quintas-feiras, em Leipzig, onde rezamos por René e Thomas na Nikolaikirche [Igreja de São Nicolau]".

Os alemães ficariam apenas alguns dias na área para montar uma máquina e colocá-la em funcionamento. A empresa para a qual trabalham tem negócios no país desde o ano 2000.

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