Após nove meses de crise, Leterme assume governo na Bélgica | Notícias e análises internacionais mais importantes do dia | DW | 20.03.2008
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Mundo

Após nove meses de crise, Leterme assume governo na Bélgica

Primeiro-ministro, que venceu as eleições em junho de 2007, consegue formar governo depois de chegar a um acordo com cinco partidos e encerra maior crise política da história da Bélgica.

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Primeiro-ministro Yves Leterme (e) presta juramento diante do rei Alberto 2º da Bélgica

O democrata-cristão flamengo Yves Leterme foi nomeado nesta quinta-feira (20/03) primeiro-ministro da Bélgica pelo rei Alberto 2º, encerrando uma crise que já durava nove meses. A coligação que apóia o novo governo é formada por cinco partidos.

Leterme substituiu o liberal francófono Guy Verhofstadt, que ocupara o cargo interinamente durante nove meses. Em dezembro passado, seis meses após as eleições de junho de 2007, o fracasso das tentativas de Leterme para formar um novo governo levara o rei Alberto 2º a encarregar Verhofstadt de formar um governo de transição, que durou mais três meses.

Esta semana, Leterme conseguiu finalmente encerrar com êxito conversações para a formação de um governo de unidade nacional, apoiado numa coligação de cinco partidos que inclui liberais e socialistas.

O acordo fracassara em dezembro passado devido ao grau de autonomia exigido pelos flamengos (que representam 60% da população de 10,5 milhões de habitantes da Bélgica) e rejeitado pelos francófonos (40%). A obtenção de maior autonomia para a região de Flandres havia sido a principal bandeira de Leterme na campanha eleitoral.

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