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Mundo

Após ataque, Tunísia planeja fechar 80 mesquitas

Como contramedidas a outro atentado, primeiro-ministro diz que vai extinguir locais de culto que permanecem fora do controle do Estado e incitam a violência, além de acabar com financiamento de algumas associações.

O primeiro-ministro da Tunísia, Habib Essid, afirmou nesta sexta-feira (26/07) que o governo vai fechar cerca de 80 mesquitas que permanecem fora do controle do Estado e que incitam a violência.

O plano, a ser colocado em prática na próxima semana, foi anunciado após o ataque a um hotel turístico na cidade costeira de Sousse, cerca de 140 quilômetros ao sul de Túnis.

Em declarações à mídia, Essid admitiu que o governo do país pretende também acabar com o financiamento de algumas associações como contramedida a outro ataque.

No ataque desta sexta-feira, o atirador andava pela praia vestido como banhista e com um guarda-sol, dentro do qual estava uma metralhadora. Ele abriu fogo contra turistas na praia do RIU Imperial Marhaba Hotel e deixou 39 mortos e dezenas de feridos, incluindo britânicos, alemães e belgas.

No Twitter, o grupo jihadista "Estado Islâmico" reinvidicou o ataque e afirmou que ele foi cometido por Abu Yahya al-Qayrawani. Os extremistas têm convocado seus seguidores pelas mídias sociais a executarem ações de martírio durante o Ramadã, o mês sagrado dos muçulmanos. Além disso, na próxima segunda-feira completa-se o primeiro aniversário do califado proclamado pelo EI.

A chacina no popular resort mediterrâneo aconteceu no mesmo dia em que um homem-bomba matou 25 fiéis e deixou mais de 270 feridos numa mesquita xiita no Kuwait e um suspeito de ligações com salafistas atacou uma fábrica na França, matando e decapitando uma pessoa.

Os jihadistas do "Estado Islâmico" assumiram a autoria dos atentados em Tunísia e Kuwait.

FC/ap/rtr/efe/dpa

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