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Mundo

Aliados de várias partes do mundo

A guerra começou no Iraque e os Estados Unidos comandam a ação, mas estão longe de estarem sozinhos. Em sua Aliança da Boa Vontade, Collin Powell fala de 30 aliados. Outros 15 países anunciaram apoio condicional aos EUA.

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Aviões AWACS, da Otan, protegem a Turquia, inclusive com tripulantes alemães

O maior aliado dos EUA, que sozinhos enviaram 250 mil soldados ao Iraque, é sem dúvida o Reino Unido. O premiê Tony Blair enviou 45 mil soldados britânicos à região do Golfo Pérsico, além de sua maior frota naval desde a Guerra das Malvinas em 1982. Fora os britânicos, a maioria dos aliados na missão americana é de países em desenvolvimento, cuja participação varia muito.

A Austrália participa com 2 mil soldados, aviões de guerra e navios de transporte já estacionados no Oriente Médio. Já a ajuda espanhola é modesta em comparação ao discurso pró-guerra de José Maria Aznar: o parlamento espanhol aprovou o envio de militares, mas não de unidades de combate, e de aviões para proteção do território turco. Lá também se encontram aviões alemães de reconhecimento AWACS e 360 homens e mísseis antiaéreos Patriot das Forças Armadas holandesas.

Parlamento turco dificulta ajuda - A própria Turquia planejava permitir aos Estados Unidos que estacionassem 62 mil soldados e 300 aviões e helicópteros para a invasão do norte do Iraque, mas a medida não foi aprovada pelo parlamento. Nesta quinta-feira, Ancara tenta novamente respaldo parlamentar para liberar pelo menos seu espaço aéreo aos americanos. Além disso, os turcos prometeram participar com tropas próprias na região curda no norte do Iraque. Cerca de 500 veículos militares, tanques e outros equipamentos bélicos foram deslocados para sua fronteira com o país de Saddam Hussein.

A Itália não ofereceu nada, além de solidariedade e apoio logístico aos Estados Unidos. A Dinamarca mobilizou unidades de sua marinha e já posicionou um submarino e uma corveta na região do Golfo.

Ajuda do leste europeu - Também países do leste e sudeste europeu prestam ajuda aos americanos. A Albânia prometeu enviar 70 soldados, que tampouco farão parte das unidades de combate, e colocou à disposição dos EUA seus espaços aéreo, terrestre e marítimo. A Polônia forneceu 200 soldados e a Romênia, especialistas em armas ABC, policiais militares e tropas de detecção de minas, num total de 280 homens.

A Hungria garantiu aos americanos livre trânsito em seu território, além de fornecer campos de treinamento para dissidentes iraquianos. A República Tcheca e a Eslováquia enviaram juntas 454 especialistas em armas químicas ao Kuwait e a Bulgária preparou duas unidades especializadas em armas ABC – ao todo 250 homens.

Países asiáticos mantiveram-se mais distantes. O Japão colabora com ajuda financeira e a Coréia do Sul ainda avalia a possibilidade de enviar soldados.

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