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Alemanha

Alemanha relembra ano mais sangrento do terrorismo de esquerda

O dia 7 de abril marca o aniversário da morte do então procurador-geral da República da Alemanha Siegfried Buback. 1977 foi o pior ano do terrorismo de esquerda na história do país.

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Viúva Inge e filho Michael prestam homenagem a Siegfried Buback

Fundada por Andreas Baader e Ulrike Meinhof, a Facção do Exército Vermelho (RAF), de esquerda radical, brotou dos protestos estudantis no final dos anos 1960 e do movimento anti-Vietnam.

Com uma série de assassinatos, atentados a bomba e assaltos, ela deixou uma marca indelével na República Federal da Alemanha, apenas uma geração após a Segunda Guerra Mundial.

Fahndungsfoto Christian Klar und Brigitte Mohnhaupt

Christian Klar (e) e Brigitte Mohnhaupt (d). Klar continua preso

Calcula-se que a RAF matou 34 pessoas no país, entre 1972 e 1991. O grupo anunciou sua dissolução em 1998. Entretanto, retornou às manchetes, nos últimos tempos, quando alguns terroristas da organização – mais recentemente, Brigitte Mohnhaupt – foram libertados, após cumprir pena.

O fato desencadeou um debate sobre se eles ainda representavam uma ameaça potencial para o público ou se estava na hora de colocar um ponto final no passado.

A Deutsche Welle conversou com Michael Buback, filho do então procurador-geral da República Siegfried Buback, assassinado em Karlsruhe, no próprio carro, pela Facção do Exército Vermelho, em 7 de abril de 1977.

O motorista de Buback e um guarda também foram mortos pelos tiros disparados de uma motocicleta em movimento. Até hoje a identidade do assassino é desconhecida. O atentado foi o primeiro de uma série perpetrada pela RAF contra personalidades públicas da Alemanha no mesmo ano, no que ficou conhecido como o "Outono Alemão".

Clique no link abaixo para ler a entrevista com Michael Buback.

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