1. Inhalt
  2. Navigation
  3. Weitere Inhalte
  4. Metanavigation
  5. Suche
  6. Choose from 30 Languages

Alemanha

Alemanha registra 1,1 milhão de refugiados em 2015

Maioria dos imigrantes vem da Síria, Afeganistão e Iraque. Autoridades recebem recorde de 477 mil pedidos de asilo. Ministro afirma que espera reduzir número de refugiados em 2016.

As autoridades da Alemanha registraram 1,1 milhão de refugiados em 2015, segundo os números apresentados nesta quarta-feira (06/01) pelo ministro do Interior, Thomas de Maizière, em Berlim. Segundo o ministro, o total se refere à contagem feita no processo de chegada, registro e posterior distribuição dos refugiados entre os centros de acolhimento. Ele ressalvou que há casos de registro duplo, e há também casos de refugiados que foram para outros países, como a Suécia. Por isso, o total ainda deve ser corrigido para baixo.

O último prognóstico oficial do governo alemão era de 800 mil refugiados em todo o ano de 2015, mas vários membros do governo já falavam abertamente que o total seria superior a 1 milhão. A Síria, com 428 mil pessoas registradas, é o país de origem do maior número de refugiados na Alemanha. Depois vêm o Afeganistão, com 154 mil, o Iraque, com 122 mil, a Albânia, com 69 mil, e o Kosovo, com 33 mil.

Em 2015 foram ainda registrados 477 mil pedidos de asilo, o maior número da história da Alemanha. Destes, 422 mil são requerimentos iniciais. Uma explicação para esses números serem bem menores do que o de refugiados é o fato de muitas pessoas demorarem para dar entrada no processo de requerimento de asilo.

As autoridades alemãs analisaram 283 mil pedidos de asilo em 2015. Ao todo, 137 mil pessoas foram oficialmente reconhecidas como refugiados, segundo os critérios da Convenção de Genebra. Entre os sírios, o percentual de aprovação foi de 96%.

De Maizière disse que o enorme fluxo de refugiados colocou as autoridades diante de um desafio sem precedentes desde o período imediatamente posterior ao fim da Segunda Guerra Mundial. Para 2016, ele acrescentou que pretende diminuir o fluxo de refugiados.

AS/kna/afp

Leia mais