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Alemanha

Alemanha reforça participação civil em missões de paz

Com a criação de um centro especial em Berlim, o país prepara-se para enviar futuramente até 3.000 civis para garantir a paz em regiões conturbadas.

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Ludger Volmer, secretário-adjunto do Ministério do Exterior

A entidade a ser criada no início de 2002 tem um nome provisório: Centro Berlinense de Missões de Paz Internacionais. O financiamento foi liberado no novo orçamento federal: dois milhões de euros por ano. Sua tarefa - treinar civis para participar de missões de paz no exterior – reflete a nova orientação da política externa da Alemanha desde que a coalizão social-democrata e verde assumiu o poder, em 1998.

O recrutamento e treinamento de pessoas aptas a serem enviadas para o exterior em missões de paz esteve até agora a cargo do Ministério das Relações Exteriores, que já dispõe de uma equipe de 700 especialistas.

A meta, esclarece o secretário-adjunto do ministério, Ludger Volmer, é ampliar a equipe para 3.000 pessoas, prontas a participar de missões das Nações Unidas e da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). Exemplos são preparativos para eleições e estruturação da administração civil.

Os voluntários recrutam-se, segundo Volmer, de todos os setores da sociedade. Importantes são conhecimentos básicos de línguas estrangeiras e a lealdade ao Estado, já que as pessoas cumprem sua missão em nome do governo alemão. O secretário-adjunto destaca o papel de aposentados das mais diferentes profissões, que têm se tornado úteis nessas tarefas.

O novo centro berlinense será dividido em três setores: treinamento e aperfeiçoamento dos voluntários; recrutamento e envio dos especialistas de acordo com as características de cada missão; análise, concepção e formação de redes internacionais.

Para abril de 2002, já está previsto o recrutamento e treinamento do pessoal a ser enviado para o Afeganistão.