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Mundo

Alemanha quer Síria como aliada no Oriente Médio

Ministro Steinmeier afirma que a aproximação com o país pode facilitar o processo de paz. Em troca, oferece um estreitamento das relações econômicas entre União Européia e Damasco.

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Apelo conjunto dos 25 países-membros da UE pede o fim imediato do conflito

O governo alemão defendeu uma aproximação com a Síria nos esforços ocidentais para encerrar o recente conflito no Oriente Médio e anunciou, como contrapartida, uma possível "intensificação das relações" entre a União Européia (UE) e o país.

A Alemanha está mantendo contatos com a Síria nesse sentido, afirmou o ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, ao jornal Süddeutsche Zeitung. "A Síria deve decidir se quer seguir, ao lado do Irã, o caminho do isolamento", disse o ministro. Segundo ele, o objetivo é a participação construtiva de Damasco no processo de paz.

Steinmeier disse que a Síria ocupa um papel muito importante na região para para que seja deixada constantemente de lado. "Nossas críticas às relações internas da Síria continuarão sendo feitas, mas devemos também testar se a Síria pretende realmente continuar sempre ao lado do Irã", disse o ministro.

Ele afirmou que estão sendo feitos esforços para que a Damasco se transforme em parceiro no processo de paz. Steinmeier avaliou ainda que, no campo econômico, há vários países europeus prontos para melhorar as relações com o país.

União Européia

Em Bruxelas, ministros das Relações Exteriores dos 25 países-membros da União Européia divulgaram nota pedindo o imediato fim das animosidades entre Israel e o Hisbolá. Eles participaram de uma reunião de emergência para discutir o conflito.

Mas o apelo conjunto quase falhou devido a objeções levantadas por Reino Unido, Alemanha e Holanda, afirmaram diplomatas que participaram da reunião.

Em vez de um cessar-fogo imediato, os três teriam proposto um definitivo "fim das animosidades", sem especificar prazos. Antes do encontro, havia sido divulgado um documento conjunto exigindo o cessar-fogo imediato. Também a Finlândia, que ocupa a presidência rotativa semestral da União Européia, classificou como inaceitável a ampliação da ofensiva israelense no Líbano.

Merkel e Chirac

Já os governos da Alemanha e da França pediram uma ação rápida do Conselho de Segurança da ONU, com o objetivo de encerrar a violência no Oriente Médio. Após ligação telefônica entre a chanceler federal Angela Merkel e o presidente Jacques Chirac, o governo alemão divulgou comunicado afirmando que os dois lados concordaram que um cessar-fogo duradouro deve ser alcançado o mais rápido possível.

Ainda segundo a nota, é indispensável que o Conselho de Segurança disponibilize os pré-requisitos necessários para o cessar-fogo. A base deveria ser um acordo político entre Israel e o Líbano. Além disso, deveria ser implementada a resolução 1559 da ONU, que prevê, entre outras coisas, o desarmamento do Hisbolá, diz o comunicado de Berlim.

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