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Cultura

Alemanha marca presença forte na corrida pelo Grammy

A chuva de medalhas nos esportes de inverno ameaça repetir-se no campo da música: do jazz ao clássico, do solo vocal às grandes orquestras

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Giuseppe Sinopoli, concorrente póstumo ao Grammy, à frente da Filarmônica de Berlim

Grandes expectativas para os músicos alemães durante a entrega do Grammy, nesta quinta-feira (28), Los Angeles. A Filarmônica de Berlim foi indicada duas vezes na categoria "melhor interpretação orquestral". Com obras absolutamente contrastantes: a integral das sinfonias de Ludwig van Beethoven, sob a regência de Claudio Abbado, e o clássico moderno Turangalîla-Symphonie, de Olivier Messiaen (1908 – 1992), com Kent Nagano.

Na categoria "melhor gravação de ópera", a Staatskapelle de Dresden marca presença com Ariadne auf Naxos, de Richard Strauss. O maestro é Giuseppe Sinopoli, que rege a mesma orquestra e o coro da Sächsische Staatsoper, no Stabat Mater de Antonín Dvorák, concorrentes à "melhor interpretação coral". Desta categoria constam também o Bach-Collegium de Stuttgart e a Gächinger Kantorei, sob a batura de Helmut Rilling. Aqui trata-se de uma obra contemporânea: Deus passus – trechos da Paixão segundo São Lucas – do alemão Wolfgang Rihm (nascido em 1942).

A enxurrada de indicações para o Oscar do disco não pára por aí: o barítono Thomas Quasthoff está entre os melhores solistas, por suas versões do Schwanengesang (Canto do cisne), de Franz Schubert, e dos Vier ernste Gesänge (Quatro canções sérias), de Johannes Brahms. Para completar, uma produção fonográfica da Rádio WDR de Colônia corre pelo "melhor arranjo instrumental": sua big band e orquestra sinfônica gravaram juntas a obra Scheherazade Fantasy, com arranjo e regência do norte-americano Lalo Schifrin.

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