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Alemanha

Alemanha espera medidas concretas da cúpula Rio + 10

Combate à pobreza, acesso à água e fornecimento de energia para todos são as principais reivindicações que o governo alemão vai fazer em Johanesburgo, dez anos depois da cúpula mundial ecológica no Rio de Janeiro.

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O alemão Klaus Töpfer é diretor do programa ambiental da ONU

A justiça global, sem a qual a segurança mundial não é possível, tornou-se uma questão de sobrevivência no século 21, segundo o chanceler federal da Alemanha, Gerhard Schröder. O chefe de governo pronunciou-se, nesta segunda-feira (13), perante o Conselho de Desenvolvimento Sustentável, em Berlim. Tendo em vista a conferência de cúpula Rio + 10, a realizar-se dentro de três meses em Johanesburgo, na África do Sul, Schröder reivindica parâmetros econômicos, sociais e ecológicos para uma reestruturação do mundo e defende a criação de uma comissão da ONU para a sustentabilidade e a globalização.

Combate à pobreza e proteção ao meio ambiente

Tanto o governo alemão como o PNUMA, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, esperam da conferência de cúpula medidas concretas para o combate à pobreza e a defesa ambiental.

O acesso à água potável e o fornecimento de energia para todos são questões de importância fundamental para o futuro, ressaltou o ministro alemão do Ambiente, Jürgen Trittin, do Partido Verde.

Para o diretor do PNUMA, Klaus Töpfer, a conferência em Johanesburgo deve ser uma "cúpula da implementação e não das declarações". Chega de "documentos maravilhosamente formulados", exigiu Töpfer, que já foi ministro do Meio Ambiente na Alemanha.

O encontro na África do Sul retoma as reivindicações formuladas na cimeira reliazada no Rio de Janeiro, em 1992, quando a comunidade internacional aprovou a Agenda 21, que postulava um desenvolvimento social e econômico sustentável. Dez anos depois, problemas graves continuam preocupando o mundo, por isso não é de admirar "que muitos países em desenvolvimento estejam hoje decepcionados", concluiu Schröder.

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