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Economia

Alemanha em nono lugar como destino turístico

O turismo é um setor em expansão. Crise parece superada, revela relatório da organização mundial de turismo. As novas tendências do setor são reveladas num estudo feito pelo Instituto do Futuro, de Hamburgo.

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Praia de Timmendorf, na costa alemã do Mar Báltico

O turismo é considerado um dos mais importantes ramos da economia do século 21. Segundo dados da Associação Alemã de Turismo, o setor é responsável, direta ou indiretamente, por cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha. Em todo o continente europeu, a área de viagens contribui com entre 17% e 20% do PIB total dos países do bloco.

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), em 1998 o turismo superou a indústria automobilística como principal fator de exportação em todo o mundo. E esta situação deverá continuar, se forem concretizados os prognósticos da Organização Mundial de Turismo. Conforme a OMT, o número de viagens internacionais irá triplicar entre 1995 e 2020.

No final dos anos 90, a máxima do turismo mundial foi "mobilidade e individualidade". Quem mais lucrou com esta fórmula foi a TUI, que surgiu do gigante da siderurgia Preussag. Hoje, a TUI é a maior operadora turística do mundo, com um faturamento de 19,3 bilhões de euros em 2003. Quando tudo parecia bem no setor, veio o choque do 11 de setembro, os atentados em Bali, o medo da Sars, levando a uma crise que perdurou por três anos.

Europa, destino preferido

O último relatório sobre o clima de negócios na área de turismo, publicado em junho de 2004, revela que o setor continua se expandindo, apesar do medo em relação ao terror. O faturamento do turismo em todo o mundo cresceu de 474 bilhões em 2002 para 514 bilhões de dólares no ano passado.

A maior fatia dos lucros ficou na Europa (54,8%), seguido da América (22,5%) e a região da Ásia e Pacífico (17,2%). A Alemanha ocupa a nona posição entre os países mais visitados. O estudo da OMT, que todos os anos questiona mais de 230 especialistas em 100 países, mostrou ainda que os destinos das viagens atuais não são mais tão distantes e as pessoas passam menos tempo fora de casa.

Os prognósticos do FMI são de que no ano 2020 cerca de 1,6 bilhões de pessoas atravessarão as fronteiras de seu país (em 2003 foram 700 milhões). A Europa, o leste asiático e a América continuarão o destino preferido.

Novos pacotes de viagens

Uma pesquisa do Instituto do Futuro, de Hamburgo, revelou como as agências de viagem estão atendendo às novas tendências no turismo mundial. Uma delas é a busca pela harmonia física e espiritual, em que não só o destino importa, mas também as opções de wellness (bem-estar) ali encontradas.

Em contrapartida, também existem os que procuram a aventura total, o mais selvagem possível. Talvez uma das ofertas mais grotescas seja a de uma agência holandesa, que oferece uma viagem de quatro dias à sarjeta, em que se pode testar como é a vida de um sem-teto.

Também ficar em casa é uma nova tendência entre os alemães, que podem recorrer a uma série de sugestões de especialistas sobre como evitar conflitos nos vários dias em que a família convive em ambiente doméstico. Já a solteiros, homossexuais ou recém-separados, que não têm estes problemas, são oferecidos outros tipos de pacotes, sob medida.

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