ALEMANHA BOICOTA CONFERÊNCIA DA ONU SOBRE RACISMO | Escreva sua opinião, comentários, críticas ou sugestões | DW | 25.04.2009
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Sua Opinião

ALEMANHA BOICOTA CONFERÊNCIA DA ONU SOBRE RACISMO

Discriminação, racismo, programa eleitoral do SPD, festival de dança em Berlim, relações entre Brasil e EUA, paraísos fiscais foram os temas comentados esta semana por nossos usuários.

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A Alemanha agiu corretamente, do ponto de vista moral e ético, ao boicotar a conferência da ONU, principalmente pelo próprio racismo e preconceito de alguns dos países membros, cujo objetivo era destilar seu ódio irracional contra Israel.
Walel Bastos

Esse boicote do governo alemão em particular e dos governos europeus em geral envergonha todos nós, ocidentais. As conferências existem para que questões espinhosas sejam exaustivamente discutidas. Fugir da discussão revela profunda fraqueza de caráter dos atuais detentores do poder na Alemanha e na Europa.
Castor Filho

Não creio que boicotar seja uma solução plausível. O desafio está em discutir até a exaustão, se for o caso, para tentar encontrar caminhos comuns. Toda plataforma oferecida para se discutir o tema racismo deveria ser aproveitada.
Mariana Teixeira

COMBATE À DISCRIMINAÇÃO
As leis não diminuem os crimes, mas sim aumentam os conflitos, pois quando uma lei torna alguns privilegiados, discrimina a maioria. Se leis resolvessem, não haveria tantas injustiças e imoralidades pelo mundo, inclusive leis imorais. Somente com educação de qualidade para todos, sem discriminações, é que se atingirá o discernimento de que todos somos seres humanos num planeta que gira num imenso universo.
Batista

Discriminação é tarefa do Estado. É tarefa do Estado, da educação formal e da família combater a discriminação, discutir sobre isso dando abertura à informação. Ainda há dúvida sobre isto?
Siegfried Fuchs

SPD PROGRAMA ELEITORAL
Li o programa do SPD e gostei muito. A política deve visar o interesse socioambiental, inclusive dos trabalhadores das empresas. Este é o futuro político, mas há quem defenda os interesses só de uns poucos ricos e poderosos. O Ocidente assim se divide ideologicamente. Espero que a sociedade venha a compreender as grandes transformações pelas quais estamos passando!
Siegfried Fuchs

FESTIVAL DE DANÇA MOVE BERLIM
A arte pode, entre as infinitas possibilidades, também provocar. Só não vale apelação. O tempo do experimentalismo (décadas de 60 e 70) foi muito rico, mas já passou... Vivemos agora a era pós-internet. O homem não é o mesmo e muitas vezes o que era chocante há 30 anos, atualmente pode se tratar de uma imbecilidade desprovida de conceito e se tornar uma provocação gratuita, previsível e naíve!
Sou brasileiro, trabalho com dança e li estupefato esta matéria. Nenhum dos artistas citados tem o menor peso no que se faz de bom na dança contemporânea brasileira. [...] Lamentável a curadoria do evento. Que se envolva mais, por favor, com o rico movimento de arte contemporânea brasileira e que não venda gato por lebre.
Fernando Meiras

BRASIL & ESTADOS UNIDOS
O Brasil do século 21 será bem diferente do século 20. Daqui a poucos anos, nossa frota de carros vai rodar totalmente com biocombustíveis. O petróleo será abundante em nosso país, nossos filhos serão formados, nossa agricultura será mais forte e mais rica, o transporte via ferrovia e fluvial terá mais espaço, nossas indústrias terão mais condições de transformar nossa matéria-prima. Se os Estados Unidos se juntarem a nós, poderemos ter uma grande parceria, capaz de melhorar não somente as nossas vidas como também a vida de uma grande parte da população do mundo
Maria

O país deve sim se posicionar como líder da América do Sul, mas líder econômico, não meramente líder para se sobrepor aos outros países e ficar aquela "briga de comadre". Passou da hora de a região pensar como os países europeus: no bem comum. Precisamos deixar as picuinhas de lado e também as vaidades pessoais. Isto é o que atrapalha atitudes conjuntas, e o pior: os EUA sabem disto.
Isabel Hernandez

Eu sempre achei que Obama é um rapaz bem intencionado em suas referências à América Latina. Porém, a conventional wisdom acerca da América Latina, e mais precisamente do Brasil, continua sendo a do gigante de pés de barro. O prof. Simon Johnson, no magistral artigo The Quiet Coup, publicado na revista The Atlantic, deixa isso bem claro : " In a primitive political system, power is transmitted through violence, or the threat of violence: military coups, private militias, and so on. In a less primitive system more typical of emerging markets, power is transmitted via money: bribes, kickbacks, and offshore bank accounts." Se a cúpula das Américas será uma virada nos destinos da América Latina, isso dependerá mais dela mesma, em reconhecer e corrigir suas próprias fragilidades institucionais. Isso ocorrerá algum dia?
Lyndon C. Storch Jr.

"LISTA NEGRA" PARA PARAÍSOS FISCAIS?
O artigo de Karl Zawadzky está muito bem escrito. Acho que a "lista negra" é um bom começo. Há que acrescentar ainda que a criatividade dos detentores do dinheiro sujo em dissimular-se é infinita, e isso obriga os governos a entrar num jogo de gato e rato. Ao entrar nesse jogo, os detentores do dinheiro sujo são movidos por um autêntico instinto de sobrevivência, enquanto os gatos gordos das agências governamentais são movidos pelo dever de ofício. A vantagem continua com as ratazanas.
Lyndon C. Storch Jr.

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