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Alemanha

Alemanha avalia ampliar presença militar no Mali

Soldados deverão se unir aos capacetes azuis das Nações Unidas e ficar estacionados no norte e em Bamako. Missão no país africano é considerada uma das mais perigosas da ONU.

O governo da Alemanha avalia aumentar a presença militar do país no Mali. A Alemanha tem "um interesse especial na política de segurança para a continuidade da estabilização do Mali", afirmou o Ministério alemão da Defesa nesta quinta-feira (15/10).

O ministro do Exterior, Frank-Walter Steinmeier, afirmou que até o fim desta semana será apresentada uma sugestão sobre a participação na Missão Multidimensional Integrada das Nações Unidas para a Estabilização no Mali (Minusma). Porém, ele não deu detalhes sobre quantos soldados serão enviados ao país.

A Minusma é considerada uma das missões mais perigosas da ONU. Com frequência, os 10 mil militares de capacete azul entram em confrontos com rebeldes, e mais de 40 soldados das Nações Unidas já morreram no conflito.

No momento, a participação alemã na Minusma conta com nove soldados, que estão estacionados na capital Bamako, localizada no sul do país, numa região relativamente segura. Os alemães trabalham em funções administrativas.

De acordo com o jornal alemão Süddeutsche Zeitung, a Bundeswehr (Forças Armadas alemãs) poderia apoiar o Exército holandês no norte do Mali a partir do início de 2016. A Holanda tem cerca de 600 militares no país africano. Os soldados alemães precisam estar em condições de "liderar uma operação ampla, autônoma e robusta", afirmou o jornal, citando documentos internos. As tropas seriam enviadas para regiões de risco, como Gao, no norte, e também para Bamako.

A Minusma foi enviada ao Mali em 2013 para barrar a expansão de rebeldes e jihadistas no norte do país e apoiar o governo enfraquecido. Em março de 2012, um golpe militar mergulhou a região no caos. O Mali é considerado um refúgio de grupos extremistas, alguns deles ligados à Al Qaeda.

CN/afp/dpa/ots

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