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Mundo

Alemanha aumenta ajuda ao Afeganistão

Secretário-geral da ONU, Kofi Annan, encerra visita à Alemanha com mais doação para o Afeganistão e apoio para sua proposta de prorrogação do mandato da força multilateral de proteção em Cabul.

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Presidente alemão, Johannes Rau (d) cumprimenta o secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

Depois que o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, reclamou da pouca ajuda internacional ao Afeganistão, a Alemanha resolveu doar mais dois milhões de euros. A ministra da Ajuda ao Desenvolvimento, Heidemarie Wieczorek-Zeul, anunciou a nova doação depois de um encontro com Annan, em Berlim, nesta sexta-feira (01), quando ele encerra um visita de três dias ao país.

O governo alemão já havia liberado em janeiro uma ajuda de dois milhões de euros para o Afeganistão. O dinheiro é para o fundo da ONU destinando à reestruturação da polícia, abertura de escolas e também para cobrir os custos com a convocação da Loya Jirga, uma espécie de assembléia dos líderes das tribos afegãs. Entre suas tarefas principais destaca-se a elaboração de uma proposta de constituição, prevista no acordo que os representantes dos principais grupos étnicos afegãos firmaram em Bonn, no final de 2001.

Comando – O chanceler federal, Gerhard Schröder, apoiou a proposta do secretário-geral das Nações Unidas para que seja prolongado o mandato de seis meses da tropa internacional de proteção (ISAF) no Afeganistão. Mas em conversa com Annan, nesta quinta-feira, ele disse que a Alemanha não quer substituir a Grã-Bretanha no comando da força multinacional de paz estacionada em Cabul desde o início do ano. 600 soldados alemães fazem parte da tropa.

As Forças Armadas alemãs (Bundeswehr) se prontificaram, porém, para assumir a liderança tática do Comando das Brigadas Multinacionais em Cabul (KMNB), formado por tropas da Alemanha, Grã-Bretanha, França, Áustria, Dinamarca e Holanda, entre outros países. Tal comando abrange as ações dos contingentes de 18 países e sua cooperação com a polícia afegã.

A Alemanha apresentou duas condições para assumir o comando tático: que ele seja até 20 de junho e que não haja uma fusão dos quartéis-generais da ISAF e do KMNB. A Bundeswehr quer liderar o comando tático a partir do seu quartel-general no leste de Cabul.