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Alemanha

Alemães participam de manobra de guerra atômica e química no Kuwait

Exercício é comandado pelos EUA, dentro de seu programa antiterror. General norte-americano garante que simulação não tem nada a ver com as recentes ameaças de Bush ao Iraque.

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Iraquianos foram às ruas esta semana pedir o fim das sanções econômicas a seu país

Os Estados Unidos deram início à manobra Iris Gold no Kuwait, informou neste domingo o Exército daquele país árabe. As Forças Armadas alemãs também vão participar do exercício militar, que simula um ambiente de guerra atômica e química.

A Bundeswehr enviou 170 especialistas em armas ABC (atômicas, biológicas e químicas) para o treinamento. "Para nós é uma boa oportunidade para aprender com os alemães e conhecer equipamentos específicos", comunicou um porta-voz militar do Kuwait.

A manobra faz parte das medidas norte-americanas de combate ao terrorismo e reúne ao todo 250 especialistas em defesa contra ataques de armas atômicas e químicas. A princípio, o contingente alemão ficará no Kuwait durante um mês. Alguns soldados, porém, ficarão até dois meses. O grupo, equipado com blindados Fuchs, pertence ao batalhão de Höxter, na Renânia do Norte-Vestfália.

Em sua visita ao Kuwait na semana passada, o comandante das forças americanas no Afeganistão, general Tommy Franks, assegurou que a manobra com os soldados alemães já estava planejada há algum tempo. Ela não teria qualquer relação com as recentes ameaças de Washington a Bagdá.

Ameaças ao Iraque – No sábado, o presidente dos EUA, George W. Bush, voltou a mandar recado ao Iraque, desta vez indiretamente. Sem citar explicitamente o nome do país governado por Saddam Hussein, o republicano disse os terroristas estão procurando esconder-se em países que produzem armas de extermínio em massa.

"E os Estados Unidos farão tudo o que for necessário para defender a sua liberdade", declarou Bush, diante de familiares de membros da Força Aérea norte-americana no Alasca. O presidente iraquiano, Saddam Hussein, reagiu reafirmando que seu país não possui "qualquer interesse" no fabrico de armas de extermínio.

Há dias Bush ameaça um novo ataque ao Iraque, associando-o ao terrorismo mundial. A União Européia e a Alemanha advertiram os EUA de que não concordam com uma nova guerra contra Saddam Hussein.

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