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Economia

Alemães na febre do comércio eletrônico

O volume das transações online aumentou significativamente na Alemanha. Em frente ao monitor, consumidores alemães clicam do automóvel às férias e lideram assim a lista dos campeões de compra online no oeste europeu.

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Compra online ganha cada vez mais confiança da população

Sob o ponto de vista da estatística, a metade dos alemães possui um computador, que além das suas mil e uma utilidades ainda possibilita mais uma, a de servir como "hipermercado virtual". Valendo-se da praticidade oferecida, navegadores adquirem produtos via internet com mais freqüência – os prediletos do momento são os livros, cds, passagens de viagem, até vestuários, entre outros.

Segundo os cálculos do Ministério da Economia, o negócio do shopping na web continua promissor. Só o faturamento do ano passado passou dos 200 bilhões de euros dentro do território federal.

Fatia considerável na web

A Alemanha teve uma participação de 30% no mercado eletrônico europeu, passando a Grã-Bretanha, com 18%, e a França, com 14%. Jörg Ohnemus, do Centro de Pesquisa Econômica Européia (ZEW), comentou a lógica do fato na mídia alemã – "provavelmente, isto aconteceu porque as pessoas na Alemanha costumam usar mais a internet do que nesses outros dois países". Com o desenvolvimento na internet de banda larga, as pessoas passam mais tempo navegando. Além disso, uma tarefa usual do dia-a-dia, como o ato de fazer compras, é realizado cada vez mais através da internet. Só na Alemanha, os consumidores na rede somam 20 milhões.

Lucros para uns, marasmo para outros

e-commerce Symbolbild Einkaufswagen

As pessoas parecem se interessar realmente pelas compras frente ao monitor, contudo nem todos os produtos chegam ao carrinho virtual. O ZEW entrevistou cerca de mil empresários alemães que prestam serviços de informação, ou seja, centros de pesquisas, prestadores pertencentes às áreas de IT, relacionados à telecomunicação, ao marketing e à propaganda, ou ainda os que tratam das questões fiscais e de ciências econômicas. Com bases no estudo da ZEW, foi detectado um decréscimo no segundo trimestre deste ano – somente 33% dos entrevistados ofereceram o sistema de compras online, 7% a menos do que no ano passado.

Transações B2C podem disparar

Segundo a ZEW, as negociações entre empresas, chamadas também na linguagem do e-commerce de B2B, ainda lideram, porém os compradores individuais vêm se posicionando bem no rol das compras online. De acordo com o Information Technology Observatory (EITO), centro de pesquisa que observa tendências econômicas, graças às compras de particulares (B2C) até 2008 o faturamento com o comércio eletrônico na Alemanha pode crescer para 670 bilhões de euros. Dessa quantia, 89,4 bilhões devem-se ao cliente individual.

Adeptos alemães do shopping na web estão cada vez mais satisfeitos e mais confiantes no sistema. Os rumores em torno das falcatruas de cartão de crédito parecem não abalá-los. Mesmo assim, valorizando essa questão, as empresas de comércio eletrônico agora pretendem continuar investindo na segurança do setor e na internet.

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